takayasujr
08/09/2008, 21:32
Federer ressuscita, dá "aula" em Murray e é penta no US Open
http://www2.uol.com.br/tenisbrasil/imagens2008/federer/0908_usopen_vibra_int.jpg
Federer é o pentacampeão do US Open Nova York (EUA)
Roger Federer superou uma das mais complicadas temporadas de sua carreira e se sagrou pentacampeão do US Open. Nesta segunda-feira, devido ao atraso da programação no fim-de-semana pela tormenta Hanna, o número 2 do mundo passou como um verdadeiro "furacão" sobre o talentoso Andy Murray, com parciais de 6/2, 7/5 e 6/2, em 1h51.
O suíço anotou sua 34ª vitória seguida no US Open e se tornou o único homem na história do tênis a ser pentacampeão em dois Grand Slam diferentes - tem cinco taças em Wimbledon -, em qualquer época. O ex-número 1 chegou ao seu 13º troféu em Grand Slam, e precisa de apenas mais um título deste porte para igualar a lendária marca de 14 de Pete Sampras.
Tudo isso depois de viver um ano atormentado por uma doença em janeiro, derrotas antes nunca imaginadas e grandes fracassos nos maiores torneios. Em Wimbledon, com a derrota histórica para Rafael Nadal na final, alguns chegaram a decretar o fim da era de Federer no tênis. Algumas semanas depois viriam outros duros golpes no suíço: o fracasso nas Olimpíadas de Pequim em simples e a perda do número 1 para Nadal.
Após a conquista da medalha de ouro na China ao lado de Stanislas Wawrinka nas duplas, entretanto, Federer revelou um até então desconhecido lado emocional. Muito mais sorridente e também explosivo dada a situação, o vice-líder do ranking veio para o US Open com muita vontade de vencer. Ao final de cada dura partida e exibição pouco convincente, sempre um belo grito de vitória, revelando que o suíço jogava com a emoção logo abaixo da pele.
No caminho até o título, Federer passou pelo argentino Maximo Gonzalez na estréia, pelo paulista Thiago Alves e pelo tcheco Radek Stepanek na terceira rodada. A dureza começou nas oitavas-de-final, com partida complicada contra o russo Igor Andreev. Depois veio a "zebra" Gilles Muller, devidamente domada pelo favorito. Na semifinal, pegou o genial sérvio Novak Djokovic e finalmente elevou o nível para vencer por 3 a 1. Contra o jovem e talentoso Murray, a vitória veio de forma inevitável.
Federer chega ao seu 56º troféu e terceiro título na temporada, depois de vencer os eventos menores de Estoril e Halle. Neste ano, já são mais US$ 4,5 milhões em prêmios, em um total de US$ 43 milhões na carreira. No US Open, Federer ultrapassou a marca de 600 vitórias na carreira, totalizando agora 605 triunfos e 146 derrotas.
Melhor que o cobiçado troféu do Aberto dos EUA e todas suas impressionantes marcas, o ex-número 1 readquiriu seu prestígio. Mesmo com mais de 1.000 pontos atrás do líder Nadal na lista a ser divulgada nesta terça-feira, Federer deixa Nova York sorridente e com mais confiança para defender os 1.325 pontos que deve até o fim da temporada 2008.
http://www2.uol.com.br/tenisbrasil/imagens2008/federer/0908_usopen_vibra_int.jpg
Federer é o pentacampeão do US Open Nova York (EUA)
Roger Federer superou uma das mais complicadas temporadas de sua carreira e se sagrou pentacampeão do US Open. Nesta segunda-feira, devido ao atraso da programação no fim-de-semana pela tormenta Hanna, o número 2 do mundo passou como um verdadeiro "furacão" sobre o talentoso Andy Murray, com parciais de 6/2, 7/5 e 6/2, em 1h51.
O suíço anotou sua 34ª vitória seguida no US Open e se tornou o único homem na história do tênis a ser pentacampeão em dois Grand Slam diferentes - tem cinco taças em Wimbledon -, em qualquer época. O ex-número 1 chegou ao seu 13º troféu em Grand Slam, e precisa de apenas mais um título deste porte para igualar a lendária marca de 14 de Pete Sampras.
Tudo isso depois de viver um ano atormentado por uma doença em janeiro, derrotas antes nunca imaginadas e grandes fracassos nos maiores torneios. Em Wimbledon, com a derrota histórica para Rafael Nadal na final, alguns chegaram a decretar o fim da era de Federer no tênis. Algumas semanas depois viriam outros duros golpes no suíço: o fracasso nas Olimpíadas de Pequim em simples e a perda do número 1 para Nadal.
Após a conquista da medalha de ouro na China ao lado de Stanislas Wawrinka nas duplas, entretanto, Federer revelou um até então desconhecido lado emocional. Muito mais sorridente e também explosivo dada a situação, o vice-líder do ranking veio para o US Open com muita vontade de vencer. Ao final de cada dura partida e exibição pouco convincente, sempre um belo grito de vitória, revelando que o suíço jogava com a emoção logo abaixo da pele.
No caminho até o título, Federer passou pelo argentino Maximo Gonzalez na estréia, pelo paulista Thiago Alves e pelo tcheco Radek Stepanek na terceira rodada. A dureza começou nas oitavas-de-final, com partida complicada contra o russo Igor Andreev. Depois veio a "zebra" Gilles Muller, devidamente domada pelo favorito. Na semifinal, pegou o genial sérvio Novak Djokovic e finalmente elevou o nível para vencer por 3 a 1. Contra o jovem e talentoso Murray, a vitória veio de forma inevitável.
Federer chega ao seu 56º troféu e terceiro título na temporada, depois de vencer os eventos menores de Estoril e Halle. Neste ano, já são mais US$ 4,5 milhões em prêmios, em um total de US$ 43 milhões na carreira. No US Open, Federer ultrapassou a marca de 600 vitórias na carreira, totalizando agora 605 triunfos e 146 derrotas.
Melhor que o cobiçado troféu do Aberto dos EUA e todas suas impressionantes marcas, o ex-número 1 readquiriu seu prestígio. Mesmo com mais de 1.000 pontos atrás do líder Nadal na lista a ser divulgada nesta terça-feira, Federer deixa Nova York sorridente e com mais confiança para defender os 1.325 pontos que deve até o fim da temporada 2008.