senna_colts
26/08/2009, 16:46
Endgame é o 12º álbum de estúdio da banda estadunidense de heavy metal Megadeth.O álbum será lançado oficialmente no dia 14 de setembro na Europa e no dia 15 na América do Norte pela Roadrunner Records. O CD foi gravado no próprio estúdio da banda em San Marcos, Califórnia - Vic's Garage - que foi nomeado em homenagem ao personagem Vic Rattlehead.
Capa:
http://1.bp.blogspot.com/_JXz4LMyGGK4/SnBHcWG9vNI/AAAAAAAAFBo/GLjqBgkDhQc/s400/Megadeth+-+Endgame.JPG
Tracklisting:
1. Dialectic Chaos (Inst.)
2. This Day We Fight!
BAPitwDUgrU
3. 44 Minutes
0ND4Zg3nYHc
4. 1,320
tqhRhy0pKpo
5. Bite the Hand
6. Bodies
7. Endgame
jHtNwMkjIhU
8. The Hardest Part of Letting Go... Sealed With a Kiss
9. Head Crusher
BohJHfPlHnY
10. How the Story Ends
11. The Right to Go Insane
Analise do cd feita por Mark Eglinton
"Dialectic Chaos"
Um redemoinho de instrumental, thrash técnico não é nunca um jeito ruim de começar um álbum. Com Andy Sneap (também responsável pelo trabalho do Megadeth de 2007, "United Abominations", um grande monte de merda, e do tipo que dá voltas espirais para formar um delicado pico nele) atrás da mesa esta primeira faixa é coesa, precisa e não tão indulgente que engole seu próprio rabo. É uma faixa complexa e galopante com solos por todo o lado dando ao novo guitarrista Chris Broderick, cujo nome Dave Mustaine vem gritando de cima do telhado pra quem quiser ouvir, uma pequena chance de mostrar do que é capaz. E o consenso é, sim, ele pode fritar como um FDP.
"This Day We Fight"
Similar em rítmo em relação à abertura, mas com todo um perigo a mais, este é o tipo de material que o Megadeth geralmente faz muito bem, mas por algum motivo não vem chegando perto ultimamente. A voz de Mustaine, enquanto cospe a usual bile verde gritante, tem um tom profundo e mais autoritário. É uma grande melhora em relação aos últimos álbuns onde ele tendeu a soar como se tivesse passando pedras de rim de cinco pontas pelo seu canal deferente. A música não soaria de forma alguma deslocada no influente "Rust In Peace" e o duelo de guitarras é apropriadamente fantástico. É o Megadeth em seu melhor e verdadeiro ponto alto. Oh, e Broderick mais uma vez toca como se Marty Friedman nunca tivesse existido.
“44 Minutes”
Uma introdução épica dominada por mensagens de rádio da polícia noticiando um grande crime capital em progresso. É um rítmo mais contido, riffs staccato com um verso/refrão de estrutura mais tradicional como, digamos, "Trust" do "Cryptic Writings". É uma história sobre um tiroteio, e na verdade material bem melódico. A parte do meio se torna mais complexa com alguns solos maníacos que são apenas atração da masturbação de guitarra. Podemos considerar aqui o cartão de visitas do álbum, mas no geral é sólido se coisas não-espetaculares foram muito salvas pela produção seriamente muscular de Sneap.
“1.320”
Aparentemente o comprimento em metros da uma pista normal de corridas, este é o tipo raro de thrash frenético como "502" do "So Far, So Good, So What". Basicamente é sobre carros rápidos e os riffs são similarmente poderosos, fazendo até um assunto idiota deste ser quase aceitável.
“Bite The Hand That Feeds”
Típico título de música raivoso do Megadeth. "Assim como o cachorro louco, você morde a mão que alimenta" diz Mustaine. Trata-se de um riff meio-tempo e ríspido reminiscente dos seus últimos álbuns nos anos 80, mas dificilmente algo revolucionário. Claro, a produção dá uma aparência moderna, mas você não consegue evitar pensar que a gasolina esteja acabando no tanque de idéias de Mustaine. No entanto, suas próprias bases são de cair o queixo de tão precisas, e mais uma vez melhoradas pela qualidade da produção.
“Bodies Left Behind”
Esta é melhor, um excelente thrash de médio alcance do Megadeth. As desgraças líricas de Mustaine continuam com latidos aparentemente em direção a personalidades com as quais ele se desentendeu no passado. O mundo todo, então. Como em várias das faixas é um espaço dedicado a exibir o enormemente talentoso talento musical contido aqui. Como resultado, o clímax da música é o Armagedon de guitarras na forma de 'Mustaine vs Broderick' duelando em uma pirâmide de gelo abaixo do oceano, ou algo do tipo.
“Endgame”
Mustaine não ama este tipo de assunto? Um regime impondo uma nova ordem mundial em civis inocentes, etc - é provavelmente um pouco como estar na banda dele. "Atenção! Atenção! Todos os cidadãos reportem aos seus centros de detenção do distrito", diz o megafone antes de termos riffs satisfatoriamente motorizados direto do final dos anos 80. Novamente a parte final da música envolve o acelerador sendo enterrado diretamente no chão no meio de uma fusão de guitar hero.
“The Hardest Part of Letting Go... Sealed With A Kiss”
Oh merda, lá vamos nós; começa como algo do "Risk", com certeza o ponto mais baixo da banda. Dave Mustaine não deveria fazer baladas quando ele soa como se seus testículos estivessem passando por um triturador de alho. Um inesperado e grandioso som de violino como o Guns N' Roses em seu período mais pomposo introduz um corpo mais pesado (ainda bem) de uma faixa realmente incomum. Aqueles que gostaram de "A Tout Le Monde" provavelmente irão amar isto aqui, mas thrash certamente não é.
“Headcrusher”
Tendo sido ouvida por aí há semanas, o primeiro single, é uma faixa de metal perfeitamente aceitável e direta que na verdade é um dos pontos altos do álbum; rápida, poderosa, é um pouco da fase "Painkiller" do Judas Priest. É descompromissada e não-inteligente como o título sugere. Os grunhidos de Mustaine são a chave aqui como só ele poderia fazer com tanto ódio, e há mais solos intensos trocados entre ele e Broderick. É um bem-vindo retorno ao não-sem-noção, bem produzido metal técnico e um bom aviso de onde o Megadeth está neste momento.
“How The Story Ends”
Faixa dez é um longo tempo a se esperar para o que é uma das faixas matadores do álbum. É thrash e heavy com alguns duetos de guitarra totalmente matadores. É a reafirmação de que há faixas fortes escondendo-se no final de um álbum como este e isto dá ao disco um ar de consistência da qual alguns dos álbuns recentes do Megadeth não tiveram de forma alguma.
“Nothing Left To Lose”
Uma ameaçadora e barulhenta introdução de baixo conduz a um riff mais previsível e simples que faz muito barulho e não chega a lugar algum. Ainda sem mudanças, o Megadeth salva a faixa: o rítmo cai em um final frenético de uma faixa e um disco surpreendentemente vigoroso.
Fonte:http://whiplash.net/materias/news_872/093980-megadeth.html
“Endgame” faixa a faixa pela Metal Hammer:
A revista Metal Hammer postou um review faixa a faixa do novo álbum do Megadeth, “Endgame”.
“Dialectic Chaos”: Um verdadeiro épico instrumental de 2 minutos, cheios de solos abre o álbum! Mustaine tem dito recentemente, para quem quisesse ouvir, que o ex-guitarrista do Nevermore e Jag Panzer, Chris Broderick, é o melhor que o Megadeth já teve e com essa abertura estupenda (e no decorrer do álbum) os solos são divididos entre os dois e são arrebatadores.
“This Day We Fight!”: A faixa instrumental cessa e cai direto em um riff dilacerante com uma linha vocal raivosa de Mustaine. É uma combinação de abertura FODA! O andamento, a agressividade latente, os riffs assombrosos - Mustaine soa mais do que puto e essa música ao vivo vai arrebentar. Os solos nessa música vão fazer seus rosto derreter, um verdadeiro soco na cara.
“44 Minutes”: Uma introdução épica e comovente (complementada com o rádio da policia ao fundo anunciando um crime em andamento) dá lugar a um riff gritante e pesado que domina o verso e é seguido por um refrão melódico e tem mais solos esmerilhantes. O segundo solo tem influências orientais mas a guitarra base é tão foda quanto o próprio solo.
“1,320’”: Um riff oitentista inspiradissímo acompanhando por uma batida forte na caixa de bateria. A faixa baseada em motocicleta é acompanhada de um riff cheio de gás e mais e mais solos. Os fãs irão molhar as calças quando ouvirem esse álbum!
“Bite The Hand That Feeds”: Novamente o riff principal é bem oitentista, mas de um modo que não soa nem um pouco datado. Captura a essência do antigo Megadeth mas com a produção dinâmica e potente de Andy Sneap fica soando potente e bem 2009. Até esse momento parece que o Megadeth criou algo ralmente especial. Cada segundo é mais foda que o outro. O finalzinho dessa música é uma mescla de Megadeth com Motorhead!!
“Bodies Left Behind”: A faixa abre em um compasso mid-tempo que nos faz lembrar da banda no início dos anos 90. Mais uma vez é o desdém que é marca registrada de Mustaine que comanda o show. Possivelmente o refrão mais pegajoso até o momento e a mais cheias de mudanças em relação a ritmo e feeling (desde um mid-tempo até um thrash arrebatador). Essa música é fantástica, um monstro.
“Endgame”: “Attention! Attention! All citizens report to your district detention centres! Do not return to your homes! Do not contact anyone! Return all of your weapons!” é gritado em um megafone, referente à natureza política do álbum, antes de dar lugar a um bombardeio de riffs. A música ganha velocidade por volta dos 2 minutos enquanto o solos tomam conta de novo. “This is the end of the road, this is the end of the line, this is the end of your life, this is the Endgame!”, é urrado no refrão. Com um tempo de duração um pouquinho abaixo dos 6 minutos essa é outra faixa fenomenal. Nós sabemos que você já leu várias coisas positivas sobre o álbum, mas é que é BOM MESMO!!
“The Hardest part Of Letting Go… Sealed With A Kiss”: uma abertura acústica e violinos bem sutis são acompanhados de uma linha vocal tenebrosa do Mustaine. A guitarra solo fica à espreita no fundo esperando apenas o momento de aparecer e vir arrebentando com tudo. Riffs atordoantes combinados com linhas precisas de violino nessa balada com uma pitada de hard-rock.
“Headcrusher”: Se você ainda não ouviu essa música, deveria. Procure por ai. É outro clássico do Megadeth a espera e os riffs fazem até um homem sem pescoço bater cabeça.
“How the Story Ends”: ‘United Abominations’ foi um álbum fantástico, mas quando você chega a faixa 10 do Endgame e ainda continua bom e fazendo seu dinheiro valer a pena, a gente se dá conta com que estamos lidando. Mais riffs estupendo, com variações de ritmo, um bumbo duplo pra lá de agressivo e um refrão estonteante, How The Story Ends é outra faixa matadora. Estamos definitivamente em frente ao melhor álbum do ano aqui, sem dúvida alguma.
“The Right To Go Insane”: Uma linha de baixo barulhenta nos leva a um riff arrastado e pesado que nos faz lembra novamente do Megadeth dos anos 90. Depois de 3 minutos a música ganha um gás e dai é o inferno na Terra. Solos pra lá e pra cá enquanto a guitarra base vem martelando tudo até o final da faixa.
ENDGAME não apenas tem tudo para ser o melhor álbum do Megadeth depois de quase uma década (muito bom se considerarmos o quão bom foi o “United Abominations”), mas em um ano cheio de ótimos álbuns, “Endgame” é definitivamente o melhor.
Fonte:http://whiplash.net/materias/news_873/092914-megadeth.html
Capa:
http://1.bp.blogspot.com/_JXz4LMyGGK4/SnBHcWG9vNI/AAAAAAAAFBo/GLjqBgkDhQc/s400/Megadeth+-+Endgame.JPG
Tracklisting:
1. Dialectic Chaos (Inst.)
2. This Day We Fight!
BAPitwDUgrU
3. 44 Minutes
0ND4Zg3nYHc
4. 1,320
tqhRhy0pKpo
5. Bite the Hand
6. Bodies
7. Endgame
jHtNwMkjIhU
8. The Hardest Part of Letting Go... Sealed With a Kiss
9. Head Crusher
BohJHfPlHnY
10. How the Story Ends
11. The Right to Go Insane
Analise do cd feita por Mark Eglinton
"Dialectic Chaos"
Um redemoinho de instrumental, thrash técnico não é nunca um jeito ruim de começar um álbum. Com Andy Sneap (também responsável pelo trabalho do Megadeth de 2007, "United Abominations", um grande monte de merda, e do tipo que dá voltas espirais para formar um delicado pico nele) atrás da mesa esta primeira faixa é coesa, precisa e não tão indulgente que engole seu próprio rabo. É uma faixa complexa e galopante com solos por todo o lado dando ao novo guitarrista Chris Broderick, cujo nome Dave Mustaine vem gritando de cima do telhado pra quem quiser ouvir, uma pequena chance de mostrar do que é capaz. E o consenso é, sim, ele pode fritar como um FDP.
"This Day We Fight"
Similar em rítmo em relação à abertura, mas com todo um perigo a mais, este é o tipo de material que o Megadeth geralmente faz muito bem, mas por algum motivo não vem chegando perto ultimamente. A voz de Mustaine, enquanto cospe a usual bile verde gritante, tem um tom profundo e mais autoritário. É uma grande melhora em relação aos últimos álbuns onde ele tendeu a soar como se tivesse passando pedras de rim de cinco pontas pelo seu canal deferente. A música não soaria de forma alguma deslocada no influente "Rust In Peace" e o duelo de guitarras é apropriadamente fantástico. É o Megadeth em seu melhor e verdadeiro ponto alto. Oh, e Broderick mais uma vez toca como se Marty Friedman nunca tivesse existido.
“44 Minutes”
Uma introdução épica dominada por mensagens de rádio da polícia noticiando um grande crime capital em progresso. É um rítmo mais contido, riffs staccato com um verso/refrão de estrutura mais tradicional como, digamos, "Trust" do "Cryptic Writings". É uma história sobre um tiroteio, e na verdade material bem melódico. A parte do meio se torna mais complexa com alguns solos maníacos que são apenas atração da masturbação de guitarra. Podemos considerar aqui o cartão de visitas do álbum, mas no geral é sólido se coisas não-espetaculares foram muito salvas pela produção seriamente muscular de Sneap.
“1.320”
Aparentemente o comprimento em metros da uma pista normal de corridas, este é o tipo raro de thrash frenético como "502" do "So Far, So Good, So What". Basicamente é sobre carros rápidos e os riffs são similarmente poderosos, fazendo até um assunto idiota deste ser quase aceitável.
“Bite The Hand That Feeds”
Típico título de música raivoso do Megadeth. "Assim como o cachorro louco, você morde a mão que alimenta" diz Mustaine. Trata-se de um riff meio-tempo e ríspido reminiscente dos seus últimos álbuns nos anos 80, mas dificilmente algo revolucionário. Claro, a produção dá uma aparência moderna, mas você não consegue evitar pensar que a gasolina esteja acabando no tanque de idéias de Mustaine. No entanto, suas próprias bases são de cair o queixo de tão precisas, e mais uma vez melhoradas pela qualidade da produção.
“Bodies Left Behind”
Esta é melhor, um excelente thrash de médio alcance do Megadeth. As desgraças líricas de Mustaine continuam com latidos aparentemente em direção a personalidades com as quais ele se desentendeu no passado. O mundo todo, então. Como em várias das faixas é um espaço dedicado a exibir o enormemente talentoso talento musical contido aqui. Como resultado, o clímax da música é o Armagedon de guitarras na forma de 'Mustaine vs Broderick' duelando em uma pirâmide de gelo abaixo do oceano, ou algo do tipo.
“Endgame”
Mustaine não ama este tipo de assunto? Um regime impondo uma nova ordem mundial em civis inocentes, etc - é provavelmente um pouco como estar na banda dele. "Atenção! Atenção! Todos os cidadãos reportem aos seus centros de detenção do distrito", diz o megafone antes de termos riffs satisfatoriamente motorizados direto do final dos anos 80. Novamente a parte final da música envolve o acelerador sendo enterrado diretamente no chão no meio de uma fusão de guitar hero.
“The Hardest Part of Letting Go... Sealed With A Kiss”
Oh merda, lá vamos nós; começa como algo do "Risk", com certeza o ponto mais baixo da banda. Dave Mustaine não deveria fazer baladas quando ele soa como se seus testículos estivessem passando por um triturador de alho. Um inesperado e grandioso som de violino como o Guns N' Roses em seu período mais pomposo introduz um corpo mais pesado (ainda bem) de uma faixa realmente incomum. Aqueles que gostaram de "A Tout Le Monde" provavelmente irão amar isto aqui, mas thrash certamente não é.
“Headcrusher”
Tendo sido ouvida por aí há semanas, o primeiro single, é uma faixa de metal perfeitamente aceitável e direta que na verdade é um dos pontos altos do álbum; rápida, poderosa, é um pouco da fase "Painkiller" do Judas Priest. É descompromissada e não-inteligente como o título sugere. Os grunhidos de Mustaine são a chave aqui como só ele poderia fazer com tanto ódio, e há mais solos intensos trocados entre ele e Broderick. É um bem-vindo retorno ao não-sem-noção, bem produzido metal técnico e um bom aviso de onde o Megadeth está neste momento.
“How The Story Ends”
Faixa dez é um longo tempo a se esperar para o que é uma das faixas matadores do álbum. É thrash e heavy com alguns duetos de guitarra totalmente matadores. É a reafirmação de que há faixas fortes escondendo-se no final de um álbum como este e isto dá ao disco um ar de consistência da qual alguns dos álbuns recentes do Megadeth não tiveram de forma alguma.
“Nothing Left To Lose”
Uma ameaçadora e barulhenta introdução de baixo conduz a um riff mais previsível e simples que faz muito barulho e não chega a lugar algum. Ainda sem mudanças, o Megadeth salva a faixa: o rítmo cai em um final frenético de uma faixa e um disco surpreendentemente vigoroso.
Fonte:http://whiplash.net/materias/news_872/093980-megadeth.html
“Endgame” faixa a faixa pela Metal Hammer:
A revista Metal Hammer postou um review faixa a faixa do novo álbum do Megadeth, “Endgame”.
“Dialectic Chaos”: Um verdadeiro épico instrumental de 2 minutos, cheios de solos abre o álbum! Mustaine tem dito recentemente, para quem quisesse ouvir, que o ex-guitarrista do Nevermore e Jag Panzer, Chris Broderick, é o melhor que o Megadeth já teve e com essa abertura estupenda (e no decorrer do álbum) os solos são divididos entre os dois e são arrebatadores.
“This Day We Fight!”: A faixa instrumental cessa e cai direto em um riff dilacerante com uma linha vocal raivosa de Mustaine. É uma combinação de abertura FODA! O andamento, a agressividade latente, os riffs assombrosos - Mustaine soa mais do que puto e essa música ao vivo vai arrebentar. Os solos nessa música vão fazer seus rosto derreter, um verdadeiro soco na cara.
“44 Minutes”: Uma introdução épica e comovente (complementada com o rádio da policia ao fundo anunciando um crime em andamento) dá lugar a um riff gritante e pesado que domina o verso e é seguido por um refrão melódico e tem mais solos esmerilhantes. O segundo solo tem influências orientais mas a guitarra base é tão foda quanto o próprio solo.
“1,320’”: Um riff oitentista inspiradissímo acompanhando por uma batida forte na caixa de bateria. A faixa baseada em motocicleta é acompanhada de um riff cheio de gás e mais e mais solos. Os fãs irão molhar as calças quando ouvirem esse álbum!
“Bite The Hand That Feeds”: Novamente o riff principal é bem oitentista, mas de um modo que não soa nem um pouco datado. Captura a essência do antigo Megadeth mas com a produção dinâmica e potente de Andy Sneap fica soando potente e bem 2009. Até esse momento parece que o Megadeth criou algo ralmente especial. Cada segundo é mais foda que o outro. O finalzinho dessa música é uma mescla de Megadeth com Motorhead!!
“Bodies Left Behind”: A faixa abre em um compasso mid-tempo que nos faz lembrar da banda no início dos anos 90. Mais uma vez é o desdém que é marca registrada de Mustaine que comanda o show. Possivelmente o refrão mais pegajoso até o momento e a mais cheias de mudanças em relação a ritmo e feeling (desde um mid-tempo até um thrash arrebatador). Essa música é fantástica, um monstro.
“Endgame”: “Attention! Attention! All citizens report to your district detention centres! Do not return to your homes! Do not contact anyone! Return all of your weapons!” é gritado em um megafone, referente à natureza política do álbum, antes de dar lugar a um bombardeio de riffs. A música ganha velocidade por volta dos 2 minutos enquanto o solos tomam conta de novo. “This is the end of the road, this is the end of the line, this is the end of your life, this is the Endgame!”, é urrado no refrão. Com um tempo de duração um pouquinho abaixo dos 6 minutos essa é outra faixa fenomenal. Nós sabemos que você já leu várias coisas positivas sobre o álbum, mas é que é BOM MESMO!!
“The Hardest part Of Letting Go… Sealed With A Kiss”: uma abertura acústica e violinos bem sutis são acompanhados de uma linha vocal tenebrosa do Mustaine. A guitarra solo fica à espreita no fundo esperando apenas o momento de aparecer e vir arrebentando com tudo. Riffs atordoantes combinados com linhas precisas de violino nessa balada com uma pitada de hard-rock.
“Headcrusher”: Se você ainda não ouviu essa música, deveria. Procure por ai. É outro clássico do Megadeth a espera e os riffs fazem até um homem sem pescoço bater cabeça.
“How the Story Ends”: ‘United Abominations’ foi um álbum fantástico, mas quando você chega a faixa 10 do Endgame e ainda continua bom e fazendo seu dinheiro valer a pena, a gente se dá conta com que estamos lidando. Mais riffs estupendo, com variações de ritmo, um bumbo duplo pra lá de agressivo e um refrão estonteante, How The Story Ends é outra faixa matadora. Estamos definitivamente em frente ao melhor álbum do ano aqui, sem dúvida alguma.
“The Right To Go Insane”: Uma linha de baixo barulhenta nos leva a um riff arrastado e pesado que nos faz lembra novamente do Megadeth dos anos 90. Depois de 3 minutos a música ganha um gás e dai é o inferno na Terra. Solos pra lá e pra cá enquanto a guitarra base vem martelando tudo até o final da faixa.
ENDGAME não apenas tem tudo para ser o melhor álbum do Megadeth depois de quase uma década (muito bom se considerarmos o quão bom foi o “United Abominations”), mas em um ano cheio de ótimos álbuns, “Endgame” é definitivamente o melhor.
Fonte:http://whiplash.net/materias/news_873/092914-megadeth.html