Jefferson *Anjim*
17/02/2010, 12:02
Bem pessoal, estreando minha participação na sessão, voupostar aqui o teste de um mês com o honda civic 2010 que a galera da Interpress Motor está fazendo. Estou gostando bastante, até me deu tesão por esse carro de novo :D
Vamos lá, conforme eles forem atuzaliando eu vou atualizando aqui. Vou postar de 2 em dois dias até alcançar eles.
Abraços
1º dia - 8/2/2010
Um nipo-brasileiro entre nós
por Luís Perez
O Honda Civic que avaliaremos a partir de hoje é completaço. Desde a versão LXS, o sedã já vem com ar-condicionado, hodômetro digital (total e parcial duplo, A e B), controlador de velocidade no volante, rádio com MP3 player, direção com assistência elétrica (novidade dos veículos 2010/2010, como o testado), airbag para motorista e passageiro, freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica da frenagem).
Na versão EXS, a que Interpress Motor avalia, o carro traz ainda sistema paddle shift (borboletas atrás do volante, que permitem a troca de marchas na versão automática), ar-condicionado digital (é só regular a temperatura desejada), conexão USB para iPod no console central, controle de áudio no volante iluminado, maçanetas externas com detalhe cromado e luz de seta no retrovisor.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34714.jpg
O Civic EXS top de linha que começa o teste nesta segunda (8)
Como adicional, por dentro, há indicação de temperatura externa e consumo médio no painel e CD changer para seis discos e dois tweeters no equipamento de som, além de controle de estabilidade – daí o preço bem mais elevado.
É o carro que este repórter compraria, sem sombra de dúvida – cheguei a procurá-lo, nas versões modestas, claro, que cabem mais no orçamento, em várias revendas no final do ano passado, mas sem encontrar a cor desejada, verde Deep. A avaliada é a dourado Poente (metálica).
Seu primeiro desafio, já nesta terça (9), será visitar sua "maternidade", a fábrica de Sumaré (SP), onde a Honda apresentará a ampliação das instalações, como o novo setor de pintura para plásticos, além de novos processos para a fabricação do Civic, do City e do Fit. Aguarde!
2º dia - 9/2/2010
O Civic na "maternidade"
por Luís Perez
Logo no segundo dia do teste, o Civic visitou justamente, por coincidência (era um evento organizado pela Honda) a sua "maternidade". Pegamos a estrada em direção a Sumaré (SP), região de Campinas, onde visitamos o novo setor de injeção e pintura plástica, os novos robôs na solda e até a linha de montagem onde são feitos ainda o Fit, o City e a versão esportiva Si do próprio Civic.
Com o tanque cheio de etanol, rodamos no total 236,5 quilômetros. Depois de ida e volta, o computador de bordo do modelo marcou consumo médio de 8,1 km/l. Mas não se engane, pois na cidade, como qualquer veículo, ele fica bem mais gastão, algo como 4 km/l, que é o que marcava o equipamento quando ainda não havíamos chegado à estrada.
Mesmo assim, a média rodoviária está boa, uma vez que o carro pegou um grande congestionamento na estrada em razão de um engavetamento na rodovia dos Bandeirantes que envolveu 14 automóveis. O marcador de consumo agora só marca quatro barrinhas. Vamos abastecer de gasolina da próxima vez.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34743.jpg
O Honda Civic que estamos testando na porta da fábrica
Em Sumaré a Honda anunciou que, em 12 anos, investiu US$ 800 milhões no país, marca que deve chegar a US$ 1 bilhão já no próximo ano. Em um terreno de 1,7 milhão de m² e 532 mil m² de área construída, 4.000 funcionários produzem 650 automóveis por dia (a capacidade máxima é de 750/dia). Em janeiro saíram da linha de montagem, que funciona em três turnos, 9.368 unidades, sendo que 12% são destinados à exportação.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34744.jpg
Linha de montagem da Honda; foi daí que ele saiu
Visitando a linha, é possível conferir o extremo rigor com qualidade e limpeza (tanto é que os funcionários trabalham com impecáveis uniformes brancos), típicos de uma fábrica japonesa. Foi possível conferir, peça por peça, de onde vem o Civic que estamos testando por 30 dias.
3º dia - 10/2/2010
Versão LXS deve acabar
por Luís Perez
Para quem, como eu, dificilmente guarda de cabeça aquela nomenclatura que define as versões, repito a escala das do Civic: LXS é a de entrada, LXL é a intermediária (recém-lançada) e EXS é a top de linha. OK, há a Si, mas é esportiva, de nicho, de imagem.
Sabe qual é a diferença de preço entre a LXS e a LXL? Na ponta do lápis – ou seja, levando em conta os preços sugeridos, não possíveis promoções ou bônus –, apenas R$ 660! Enquanto o LXS custa R$ 65.745, a LXL sai por 66.405 (as duas com câmbio manual). Ora, em um carro de mais de R$ 60 mil, é um valor extremamente baixo.
Tive o privilégio de almoçar, na fábrica, com o diretor vice-presidente da Honda Automóveis do Brasil, Issao Mizoguchi, que me disse com todas as letras: "A tendência é a versão LXS morrer naturalmente". Sim, era o que eu pensava.
Não dá para tapar o sol com a peneira: o Civic está mais para o fim do que para o começo daquilo que no jargão do marketing se chama ciclo de vida (reestilizações são feitas a cada três anos, como foi em 2009, e gerações novas são lançadas a cada cinco ou seis anos, no caso, 2011 ou 2012).
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34715.jpg
O Civic está no terceiro dia do teste de longa duração
"Não sou designer. Mas vai ser difícil melhorar esse carro", afirmou Mizoguchi. Concordo e, ao mesmo tempo, tenho um certo temor: o de que a eventual mudança não me agrade. O mercado tem casos assim – um deles é o Ford Taurus dos anos 90. De uma geração para outra, conseguiram fazer com que o carro perdesse completamente sua personalidade.
Por isso sou daquele time que prefere comprar um automóvel que me dá uma grande satisfação do que esperar por uma nova geração que pode não corresponder às minhas expectativas. Conservadorismo? Talvez.
4º dia - 11/2/2010
Ah, o motor...
por Luís Perez
Leitores me alertam que ainda nem sequer mencionei o motor do Civic. Não seja por isso: o que empurra o sedã é um motor i-VTEC 1.8l SOHC Flex que desenvolve 138 cv (cavalos) com gasolina e 140 cv com etanol, nos dois casos a 6.200 rpm. Torque de 17,5 kgfm a 17,7 kgfm. Trocando em miúdos, não é um esportivo, mas também não irrita por um suposto mau desempenho.
A meu ver, na medida para o trânsito do dia a dia e eficaz em uma viagem, como a que fizemos para Sumaré (SP). Injeção de combustível multiponto e sistema de ignição eletrônico mapeado dão segurança. Não fica devendo em potência.
Mas houve leitores reclamando que queriam mais. Queriam? Teriam de pagar com consumo mais alto. Falando nisso, o primeiro tanque está no fim. Amanhã será dia de abastecer – desta vez com gasolina.
5º dia - 12/2/2010
Primeiro tanque se foi
por Luís Perez
O primeiro tanque inteiro do Civic terminou. Abastecido com álcool – veio assim da fábrica – nosso sedã de teste conseguiu rodar no total 285,5 quilômetros com o tanque inteiro (50 litros). Até encher (desta vez coloquei gasolina), foram 42,82 litros.
Resultado: média de 6,66 km/l (com etanol!). Lembrando que houve uma viagem até Sumaré na terça (9), não é um consumo assim tão baixo. Mas pegou muito anda-e-para no trânsito, o que justifica. Vamos ver como ele se sai agora com gasolina.
E o sábado promete: um bate-e-volta de cerca de 350 quilômetros entre São Paulo e Itapetininga, onde mora parte da família da pequena Júlia. Amanhã posto mais sobre o comportamento do carro na estrada.
6º dia - 13/2/2010
Bate-e-volta de 348 km
por Luís Perez
Eis que o Civic passa pela primeira viagem mais longa, um bate-e-volta entre São Paulo e Itapetininga (SP), região de Sorocaba. Calcanhar-de-aquiles do modelo, o porta-malas de 340 litros deu conta do recado de levar colchão, berço, toda sorte de sacolas e outros apetrechos necessários a uma criança de quase dois anos.
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Porta-malas: pequeno, mas deu conta do recado
Na estrada, o Civic tem um conforto de dirigir imbatível. Cheguei inteiraço após rodar 348 quilômetros, mesmo tendo passado toda a tarde e início da noite dirigindo. Extremamente útil para não tomar multas é o controlador de velocidade, de série desde a versão mais modesta.
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Paradinha na rodovia Castello Branco: bate-e-volta
Mas, para quem diz que só falo bem do modelo da Honda, vou dizer do que sinto falta no sedã. Falta um Bluetooth, para atender ao telefone sem tirar as mãos do volante, falta um computador de bordo com dados mais detalhados sobre a viagem (a versão avaliada tem termômetro, consumo médio, que aliás chegou a marcar 12,8 km/l, e hodômetros total, A e B) e sensores (de estacionamento, de chuva e de luminosidade) presentes em alguns modelos mais modestos ou mesmo concorrentes diretos.
Fica a reivindicação para a próxima reformulação.
7º dia - 14/2/2010
Vale o show?
por Luís Perez
Domingão de Carnaval... Dia de responder a uma dúvida pontual de mais de um leitor. Mas quem a formula com total clareza é Gustavo de Andrade, de Belo Horizonte: “O Civic EXS vale mesmo os R$ 85.610?”
Gustavo, depende. Ontem encontrei um amigo do setor automobilístico e, ao comentar que estava com um Civic, ele deu uma definição muito boa: no modelo, a Honda faz o básico bem feito.
Ou seja, o que fazem o carro são percepções que não podem ser mensuráveis por meras listas de equipamentos de série e opcionais. É a posição extremamente confortável de dirigir, a sensação de que o carro está sempre "na mão".
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O característico painel de instrumentos de dois andares
Claro que você pode pensar que, nessa faixa, existe a possibilidade de comprar carros maiores e mais potentes, caso de um Ford Fusion. Mas a decisão final é sua. Experimente os dois carros e veja qual mais lhe agrada.
Por fim, vamos nos debruçar sobre as diferenças da versão EXS em relação à recém-lançada LXL. O EXS tem controle de estabilidade (um item eletrônico caro), maçanetas com detalhe cromado, faróis de neblina, ar digital, conexão para iPod, indicador de temperatura externa e consumo médio, CD player para seis discos, banco de couro, entre outros itens. São desses os itens que o fazem custar R$ 20 mil a mais.
8º dia - 15/2/2010
Autonomia superior a 418 km
por Luís Perez
Vai viajar e não quer ficar parando em postos? Abasteça com gasolina. Nosso Civic de teste com o tanque cheio exclusivamente do derivado de petróleo rodou nada menos que 418,3 quilômetros. Hoje, ao encher o tanque novamente (nenhuma barrinha estava acesa no mostrador), desta vez com álcool (no posto havia uma faixa dizendo que o combustível custava “só” R$ 1,699...).
Também contribuiu para a decisão pelo álcool o fato de, durante o Carnaval, eu ficar por aqui (só devo voltar a pegar a estrada na Quarta-Feira de Cinzas). Entraram 40,6 litros. Achei estranho. O tanque tem 50 litros. Nenhuma barrinha acesa e ainda cabiam quase dez litros!? Mas melhor não facilitar. Com gasolina, em média, o Civic fez 10,3 km/l (na estrada chegou a 12,8 km/l, segundo indicou o computador de bordo).
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Após 418,3 km, Civic volta ao posto, desta vez para colocar álcool
Alguns leitores escrevem para elogiar e criticar o teste. Na quarta (17) suas opiniões estarão na seção "Cartas, e-mails etc.", de Interpress Motor.
9º dia - 16/2/2010
Ainda a R$ 59.900
por Luís Perez
Muitas mensagens de leitores. Desde que o teste começou, foram 90. Alguns me perguntam se o teste de consumo foi feito com o ar-condicionado ligado ou desligado. Respondo: ligado, claro! Com o calor que está fazendo em São Paulo!? Ah, e para alguns que estão ditando regras de com que velocidade se deve fazer o teste de consumo, eu lembro que nesta seção a avaliação é a da "vida real". Caso contrário, mandaríamos o carro para algum laboratório.
Há ainda quem me pergunte se o carro é bom de ultrapassagens e subidas. Olha, sempre que precisei, sim. Ainda mais porque a versão avaliada tem a opção de deixar o câmbio na posição "S" (de "sport") e fazer trocas manuais por borboletas atrás do volante. Mas atenção: não é automatizado. Se não fizer a troca no tempo certo, o motor vai "gritar" e o consumo será bem mais elevado.
Por fim, gostaria de alertar de novo sobre o fator preço – um leitor perguntou se o Civic EXS vale R$ 85 mil, e outro disse que o Ford Fusion 2.5 pode ser encontrado por R$ 79 mil. Sim, é verdade. Mas fui a autorizadas e descobri que elas não seguem a tabela e também dão desconto. Ou seja, Civic EXS e Fusion quatro cilindros custam na prática a mesma coisa.
E, quem quer comprar um Civic de acesso, mais um toque: ainda há ano-modelo 2009-2010 em várias concessionárias. Basta procurar (e não fazer questão de escolher a cor).
10º dia - 17/2/2010
Site e configuração
por Luís Perez
A Honda nos chamou no início do mês para mostrar os investimentos feitos na fábrica de Sumaré (SP). Sua escala é consideravelmente menor do que as quatro grandes (Fiat, GM, Volkswagen e Ford). Mas acho que ajudaria bem na aceitação de seus modelos (o Civic incluído) se o site, além de uma versão mais leve, tivesse um mecanismo do tipo "monte seu carro".
Da forma como está, o consumidor é obrigado a levar um equipamento e não levar outros. OK, pode-se partir do princípio de oferecer airbag e ABS de série em todas as unidades. Mas e se eu quiser a entrada USB para iPod, o ar-condicionado digital e o CD player para seis discos? Terei de comprar a versão top, pois na LXL (intermediária) não existe.
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Site da Honda: informações boas, mas demoram a carregar
Ou seja, para vender mais, a marca deveria ter maior flexibilidade no oferecimento de versões. Isso também vale para as cores. Desde o final do ano passado, eu procuro uma versão na cor verde Deep. "Ai, pega um cinza Palladium", ouvi de uma vendedora. Pode!?
11º dia - 18/2/2010
Estrada de novo
por Luís Perez
Nosso Civic de teste tem se especializado em pegar estrada. De novo fui a Itapetininga (SP), buscar a pequena Júlia, que passou lá o Carnaval com a avó e outros parentes. Antes de sair, enchi o tanque de etanol.
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Antes de pegar estrada, calibragem e um trato no para-brisa
Desta vez o carro foi mais econômico, pois não pegou muito trânsito, chegando a rodar 10,4 km/l com o combustível. Foi e voltou e ainda sobraram duas barrinhas... Durante as cerca de duas horas de viagem, Júlia veio dormindo na cadeirinha, embalada pela ótima suspensão traseira do sedã.
12º dia - 19/2/2010
A "lambuja" do tanque
por Luís Perez
Depois que cheguei de viagem, lembrando do fato de que em outra ocasião enchi o tanque com pouco mais de 40 litros, desta vez dei de ombros para as luzinhas do marcador que se apagaram. Decidi viver perigosamente. Dei de ombros e rodei mesmo assim... Adivinha o que aconteceu? Nada! Hoje abasteci (de volta à gasolina), depois de um dia e meio rodando na reserva e entraram 45,23 litros (dos 50 do total).
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Abastecimento de hoje: de volta à gasolina
Ou seja, há duas leituras: 1) O marcador do Civic é impreciso; mas marca para menos, ou seja, ainda há combustível e ele já está alertando o motorista contra pane seca e 2) O marcador é amigão, pois dá uns dez litros de "lambuja". No álcool, permite rodar de 50 a 100 quilômetros, mesmo depois de a última lâmpada se apagar no marcador.
13º dia - 20/2/2010
Bebês a bordo
por Luís Perez
Sabadão foi dia de ir à praia. E o Civic mostrou por que é um carro mais de Primeiro Mundo do que de Terceiro Mundo. Em direção à Baixada Santista, eu, a mãe da Júlia, minha irmã, a própria Júlia e seu primo, filho de minha irmã, Eduardo. Os dois têm quase a mesma idade – Júlia tem um ano e dez meses e Eduardo, dois anos e quase um mês. No banco de trás, foram as cadeirinhas de Júlia e Eduardo.
E esse é o pulo do gato: o Civic tem cinto de três pontos para os três ocupantes. Ou seja, Eduardo viajou ao lado da prima, brincando. Os dois nem deram trabalho, nem sentiram a viagem. Minha irmã foi encaixada (tudo bem, o espaço não proporcionava o melhor conforto do mundo) na outra extremidade do banco de trás. Rodamos cerca de 200 quilômetros com o modelo. Detalhe: na verdade, a bordo, foram três e não dois bebês. Isso porque minha irmã está grávida do segundo filho (pouco mais de dois meses de gravidez).
Mais uma vez dirigibilidade e estabilidade foram o destaque. Abordar o consumo do Civic está virando lugar-comum: ele faz entre 4 km/l (na cidade, com etanol) a 12,6 km/l (na estrada, com gasolina).
14º dia - 21/2/2010
Centenas de canções
por Luís Perez
Dia de ir ao parque Villa-Lobos passear com a Júlia. Nada muito palpitante a bordo do automóvel (a não ser o eficaz ar-condicionado, que gela maravilhosamente bem...). Mas serviu para fazer uma observação importante.
O Civic, como eu já disse, não tem Bluetooth, computador de bordo e outros itens que considero importantes. Ganhou, em uma das últimas reformulações, entrada para cabo USB. Fica no console central, um fio sob o descansa-braço.
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Entrada USB sob o descansa-braço: parece improvisado
É muito útil. Espetei lá meu iPod e centenas de músicas podem ser ouvidas no equipamento de som. Mas uma observação, feita por um coleta a quem dei carona, é verdadeira: essa entrada USB parece uma “improvisação de fábrica”. Algo para agradar aos clientes que não comprariam o carro sem o item. Que na próxima versão venha embutidinho no painel.
Fonte: http://www2.uol.com.br/interpressmotor/reportagem/item31667.shl
Vamos lá, conforme eles forem atuzaliando eu vou atualizando aqui. Vou postar de 2 em dois dias até alcançar eles.
Abraços
1º dia - 8/2/2010
Um nipo-brasileiro entre nós
por Luís Perez
O Honda Civic que avaliaremos a partir de hoje é completaço. Desde a versão LXS, o sedã já vem com ar-condicionado, hodômetro digital (total e parcial duplo, A e B), controlador de velocidade no volante, rádio com MP3 player, direção com assistência elétrica (novidade dos veículos 2010/2010, como o testado), airbag para motorista e passageiro, freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica da frenagem).
Na versão EXS, a que Interpress Motor avalia, o carro traz ainda sistema paddle shift (borboletas atrás do volante, que permitem a troca de marchas na versão automática), ar-condicionado digital (é só regular a temperatura desejada), conexão USB para iPod no console central, controle de áudio no volante iluminado, maçanetas externas com detalhe cromado e luz de seta no retrovisor.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34714.jpg
O Civic EXS top de linha que começa o teste nesta segunda (8)
Como adicional, por dentro, há indicação de temperatura externa e consumo médio no painel e CD changer para seis discos e dois tweeters no equipamento de som, além de controle de estabilidade – daí o preço bem mais elevado.
É o carro que este repórter compraria, sem sombra de dúvida – cheguei a procurá-lo, nas versões modestas, claro, que cabem mais no orçamento, em várias revendas no final do ano passado, mas sem encontrar a cor desejada, verde Deep. A avaliada é a dourado Poente (metálica).
Seu primeiro desafio, já nesta terça (9), será visitar sua "maternidade", a fábrica de Sumaré (SP), onde a Honda apresentará a ampliação das instalações, como o novo setor de pintura para plásticos, além de novos processos para a fabricação do Civic, do City e do Fit. Aguarde!
2º dia - 9/2/2010
O Civic na "maternidade"
por Luís Perez
Logo no segundo dia do teste, o Civic visitou justamente, por coincidência (era um evento organizado pela Honda) a sua "maternidade". Pegamos a estrada em direção a Sumaré (SP), região de Campinas, onde visitamos o novo setor de injeção e pintura plástica, os novos robôs na solda e até a linha de montagem onde são feitos ainda o Fit, o City e a versão esportiva Si do próprio Civic.
Com o tanque cheio de etanol, rodamos no total 236,5 quilômetros. Depois de ida e volta, o computador de bordo do modelo marcou consumo médio de 8,1 km/l. Mas não se engane, pois na cidade, como qualquer veículo, ele fica bem mais gastão, algo como 4 km/l, que é o que marcava o equipamento quando ainda não havíamos chegado à estrada.
Mesmo assim, a média rodoviária está boa, uma vez que o carro pegou um grande congestionamento na estrada em razão de um engavetamento na rodovia dos Bandeirantes que envolveu 14 automóveis. O marcador de consumo agora só marca quatro barrinhas. Vamos abastecer de gasolina da próxima vez.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34743.jpg
O Honda Civic que estamos testando na porta da fábrica
Em Sumaré a Honda anunciou que, em 12 anos, investiu US$ 800 milhões no país, marca que deve chegar a US$ 1 bilhão já no próximo ano. Em um terreno de 1,7 milhão de m² e 532 mil m² de área construída, 4.000 funcionários produzem 650 automóveis por dia (a capacidade máxima é de 750/dia). Em janeiro saíram da linha de montagem, que funciona em três turnos, 9.368 unidades, sendo que 12% são destinados à exportação.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34744.jpg
Linha de montagem da Honda; foi daí que ele saiu
Visitando a linha, é possível conferir o extremo rigor com qualidade e limpeza (tanto é que os funcionários trabalham com impecáveis uniformes brancos), típicos de uma fábrica japonesa. Foi possível conferir, peça por peça, de onde vem o Civic que estamos testando por 30 dias.
3º dia - 10/2/2010
Versão LXS deve acabar
por Luís Perez
Para quem, como eu, dificilmente guarda de cabeça aquela nomenclatura que define as versões, repito a escala das do Civic: LXS é a de entrada, LXL é a intermediária (recém-lançada) e EXS é a top de linha. OK, há a Si, mas é esportiva, de nicho, de imagem.
Sabe qual é a diferença de preço entre a LXS e a LXL? Na ponta do lápis – ou seja, levando em conta os preços sugeridos, não possíveis promoções ou bônus –, apenas R$ 660! Enquanto o LXS custa R$ 65.745, a LXL sai por 66.405 (as duas com câmbio manual). Ora, em um carro de mais de R$ 60 mil, é um valor extremamente baixo.
Tive o privilégio de almoçar, na fábrica, com o diretor vice-presidente da Honda Automóveis do Brasil, Issao Mizoguchi, que me disse com todas as letras: "A tendência é a versão LXS morrer naturalmente". Sim, era o que eu pensava.
Não dá para tapar o sol com a peneira: o Civic está mais para o fim do que para o começo daquilo que no jargão do marketing se chama ciclo de vida (reestilizações são feitas a cada três anos, como foi em 2009, e gerações novas são lançadas a cada cinco ou seis anos, no caso, 2011 ou 2012).
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/34715.jpg
O Civic está no terceiro dia do teste de longa duração
"Não sou designer. Mas vai ser difícil melhorar esse carro", afirmou Mizoguchi. Concordo e, ao mesmo tempo, tenho um certo temor: o de que a eventual mudança não me agrade. O mercado tem casos assim – um deles é o Ford Taurus dos anos 90. De uma geração para outra, conseguiram fazer com que o carro perdesse completamente sua personalidade.
Por isso sou daquele time que prefere comprar um automóvel que me dá uma grande satisfação do que esperar por uma nova geração que pode não corresponder às minhas expectativas. Conservadorismo? Talvez.
4º dia - 11/2/2010
Ah, o motor...
por Luís Perez
Leitores me alertam que ainda nem sequer mencionei o motor do Civic. Não seja por isso: o que empurra o sedã é um motor i-VTEC 1.8l SOHC Flex que desenvolve 138 cv (cavalos) com gasolina e 140 cv com etanol, nos dois casos a 6.200 rpm. Torque de 17,5 kgfm a 17,7 kgfm. Trocando em miúdos, não é um esportivo, mas também não irrita por um suposto mau desempenho.
A meu ver, na medida para o trânsito do dia a dia e eficaz em uma viagem, como a que fizemos para Sumaré (SP). Injeção de combustível multiponto e sistema de ignição eletrônico mapeado dão segurança. Não fica devendo em potência.
Mas houve leitores reclamando que queriam mais. Queriam? Teriam de pagar com consumo mais alto. Falando nisso, o primeiro tanque está no fim. Amanhã será dia de abastecer – desta vez com gasolina.
5º dia - 12/2/2010
Primeiro tanque se foi
por Luís Perez
O primeiro tanque inteiro do Civic terminou. Abastecido com álcool – veio assim da fábrica – nosso sedã de teste conseguiu rodar no total 285,5 quilômetros com o tanque inteiro (50 litros). Até encher (desta vez coloquei gasolina), foram 42,82 litros.
Resultado: média de 6,66 km/l (com etanol!). Lembrando que houve uma viagem até Sumaré na terça (9), não é um consumo assim tão baixo. Mas pegou muito anda-e-para no trânsito, o que justifica. Vamos ver como ele se sai agora com gasolina.
E o sábado promete: um bate-e-volta de cerca de 350 quilômetros entre São Paulo e Itapetininga, onde mora parte da família da pequena Júlia. Amanhã posto mais sobre o comportamento do carro na estrada.
6º dia - 13/2/2010
Bate-e-volta de 348 km
por Luís Perez
Eis que o Civic passa pela primeira viagem mais longa, um bate-e-volta entre São Paulo e Itapetininga (SP), região de Sorocaba. Calcanhar-de-aquiles do modelo, o porta-malas de 340 litros deu conta do recado de levar colchão, berço, toda sorte de sacolas e outros apetrechos necessários a uma criança de quase dois anos.
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Porta-malas: pequeno, mas deu conta do recado
Na estrada, o Civic tem um conforto de dirigir imbatível. Cheguei inteiraço após rodar 348 quilômetros, mesmo tendo passado toda a tarde e início da noite dirigindo. Extremamente útil para não tomar multas é o controlador de velocidade, de série desde a versão mais modesta.
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Paradinha na rodovia Castello Branco: bate-e-volta
Mas, para quem diz que só falo bem do modelo da Honda, vou dizer do que sinto falta no sedã. Falta um Bluetooth, para atender ao telefone sem tirar as mãos do volante, falta um computador de bordo com dados mais detalhados sobre a viagem (a versão avaliada tem termômetro, consumo médio, que aliás chegou a marcar 12,8 km/l, e hodômetros total, A e B) e sensores (de estacionamento, de chuva e de luminosidade) presentes em alguns modelos mais modestos ou mesmo concorrentes diretos.
Fica a reivindicação para a próxima reformulação.
7º dia - 14/2/2010
Vale o show?
por Luís Perez
Domingão de Carnaval... Dia de responder a uma dúvida pontual de mais de um leitor. Mas quem a formula com total clareza é Gustavo de Andrade, de Belo Horizonte: “O Civic EXS vale mesmo os R$ 85.610?”
Gustavo, depende. Ontem encontrei um amigo do setor automobilístico e, ao comentar que estava com um Civic, ele deu uma definição muito boa: no modelo, a Honda faz o básico bem feito.
Ou seja, o que fazem o carro são percepções que não podem ser mensuráveis por meras listas de equipamentos de série e opcionais. É a posição extremamente confortável de dirigir, a sensação de que o carro está sempre "na mão".
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O característico painel de instrumentos de dois andares
Claro que você pode pensar que, nessa faixa, existe a possibilidade de comprar carros maiores e mais potentes, caso de um Ford Fusion. Mas a decisão final é sua. Experimente os dois carros e veja qual mais lhe agrada.
Por fim, vamos nos debruçar sobre as diferenças da versão EXS em relação à recém-lançada LXL. O EXS tem controle de estabilidade (um item eletrônico caro), maçanetas com detalhe cromado, faróis de neblina, ar digital, conexão para iPod, indicador de temperatura externa e consumo médio, CD player para seis discos, banco de couro, entre outros itens. São desses os itens que o fazem custar R$ 20 mil a mais.
8º dia - 15/2/2010
Autonomia superior a 418 km
por Luís Perez
Vai viajar e não quer ficar parando em postos? Abasteça com gasolina. Nosso Civic de teste com o tanque cheio exclusivamente do derivado de petróleo rodou nada menos que 418,3 quilômetros. Hoje, ao encher o tanque novamente (nenhuma barrinha estava acesa no mostrador), desta vez com álcool (no posto havia uma faixa dizendo que o combustível custava “só” R$ 1,699...).
Também contribuiu para a decisão pelo álcool o fato de, durante o Carnaval, eu ficar por aqui (só devo voltar a pegar a estrada na Quarta-Feira de Cinzas). Entraram 40,6 litros. Achei estranho. O tanque tem 50 litros. Nenhuma barrinha acesa e ainda cabiam quase dez litros!? Mas melhor não facilitar. Com gasolina, em média, o Civic fez 10,3 km/l (na estrada chegou a 12,8 km/l, segundo indicou o computador de bordo).
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Após 418,3 km, Civic volta ao posto, desta vez para colocar álcool
Alguns leitores escrevem para elogiar e criticar o teste. Na quarta (17) suas opiniões estarão na seção "Cartas, e-mails etc.", de Interpress Motor.
9º dia - 16/2/2010
Ainda a R$ 59.900
por Luís Perez
Muitas mensagens de leitores. Desde que o teste começou, foram 90. Alguns me perguntam se o teste de consumo foi feito com o ar-condicionado ligado ou desligado. Respondo: ligado, claro! Com o calor que está fazendo em São Paulo!? Ah, e para alguns que estão ditando regras de com que velocidade se deve fazer o teste de consumo, eu lembro que nesta seção a avaliação é a da "vida real". Caso contrário, mandaríamos o carro para algum laboratório.
Há ainda quem me pergunte se o carro é bom de ultrapassagens e subidas. Olha, sempre que precisei, sim. Ainda mais porque a versão avaliada tem a opção de deixar o câmbio na posição "S" (de "sport") e fazer trocas manuais por borboletas atrás do volante. Mas atenção: não é automatizado. Se não fizer a troca no tempo certo, o motor vai "gritar" e o consumo será bem mais elevado.
Por fim, gostaria de alertar de novo sobre o fator preço – um leitor perguntou se o Civic EXS vale R$ 85 mil, e outro disse que o Ford Fusion 2.5 pode ser encontrado por R$ 79 mil. Sim, é verdade. Mas fui a autorizadas e descobri que elas não seguem a tabela e também dão desconto. Ou seja, Civic EXS e Fusion quatro cilindros custam na prática a mesma coisa.
E, quem quer comprar um Civic de acesso, mais um toque: ainda há ano-modelo 2009-2010 em várias concessionárias. Basta procurar (e não fazer questão de escolher a cor).
10º dia - 17/2/2010
Site e configuração
por Luís Perez
A Honda nos chamou no início do mês para mostrar os investimentos feitos na fábrica de Sumaré (SP). Sua escala é consideravelmente menor do que as quatro grandes (Fiat, GM, Volkswagen e Ford). Mas acho que ajudaria bem na aceitação de seus modelos (o Civic incluído) se o site, além de uma versão mais leve, tivesse um mecanismo do tipo "monte seu carro".
Da forma como está, o consumidor é obrigado a levar um equipamento e não levar outros. OK, pode-se partir do princípio de oferecer airbag e ABS de série em todas as unidades. Mas e se eu quiser a entrada USB para iPod, o ar-condicionado digital e o CD player para seis discos? Terei de comprar a versão top, pois na LXL (intermediária) não existe.
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Site da Honda: informações boas, mas demoram a carregar
Ou seja, para vender mais, a marca deveria ter maior flexibilidade no oferecimento de versões. Isso também vale para as cores. Desde o final do ano passado, eu procuro uma versão na cor verde Deep. "Ai, pega um cinza Palladium", ouvi de uma vendedora. Pode!?
11º dia - 18/2/2010
Estrada de novo
por Luís Perez
Nosso Civic de teste tem se especializado em pegar estrada. De novo fui a Itapetininga (SP), buscar a pequena Júlia, que passou lá o Carnaval com a avó e outros parentes. Antes de sair, enchi o tanque de etanol.
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Antes de pegar estrada, calibragem e um trato no para-brisa
Desta vez o carro foi mais econômico, pois não pegou muito trânsito, chegando a rodar 10,4 km/l com o combustível. Foi e voltou e ainda sobraram duas barrinhas... Durante as cerca de duas horas de viagem, Júlia veio dormindo na cadeirinha, embalada pela ótima suspensão traseira do sedã.
12º dia - 19/2/2010
A "lambuja" do tanque
por Luís Perez
Depois que cheguei de viagem, lembrando do fato de que em outra ocasião enchi o tanque com pouco mais de 40 litros, desta vez dei de ombros para as luzinhas do marcador que se apagaram. Decidi viver perigosamente. Dei de ombros e rodei mesmo assim... Adivinha o que aconteceu? Nada! Hoje abasteci (de volta à gasolina), depois de um dia e meio rodando na reserva e entraram 45,23 litros (dos 50 do total).
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Abastecimento de hoje: de volta à gasolina
Ou seja, há duas leituras: 1) O marcador do Civic é impreciso; mas marca para menos, ou seja, ainda há combustível e ele já está alertando o motorista contra pane seca e 2) O marcador é amigão, pois dá uns dez litros de "lambuja". No álcool, permite rodar de 50 a 100 quilômetros, mesmo depois de a última lâmpada se apagar no marcador.
13º dia - 20/2/2010
Bebês a bordo
por Luís Perez
Sabadão foi dia de ir à praia. E o Civic mostrou por que é um carro mais de Primeiro Mundo do que de Terceiro Mundo. Em direção à Baixada Santista, eu, a mãe da Júlia, minha irmã, a própria Júlia e seu primo, filho de minha irmã, Eduardo. Os dois têm quase a mesma idade – Júlia tem um ano e dez meses e Eduardo, dois anos e quase um mês. No banco de trás, foram as cadeirinhas de Júlia e Eduardo.
E esse é o pulo do gato: o Civic tem cinto de três pontos para os três ocupantes. Ou seja, Eduardo viajou ao lado da prima, brincando. Os dois nem deram trabalho, nem sentiram a viagem. Minha irmã foi encaixada (tudo bem, o espaço não proporcionava o melhor conforto do mundo) na outra extremidade do banco de trás. Rodamos cerca de 200 quilômetros com o modelo. Detalhe: na verdade, a bordo, foram três e não dois bebês. Isso porque minha irmã está grávida do segundo filho (pouco mais de dois meses de gravidez).
Mais uma vez dirigibilidade e estabilidade foram o destaque. Abordar o consumo do Civic está virando lugar-comum: ele faz entre 4 km/l (na cidade, com etanol) a 12,6 km/l (na estrada, com gasolina).
14º dia - 21/2/2010
Centenas de canções
por Luís Perez
Dia de ir ao parque Villa-Lobos passear com a Júlia. Nada muito palpitante a bordo do automóvel (a não ser o eficaz ar-condicionado, que gela maravilhosamente bem...). Mas serviu para fazer uma observação importante.
O Civic, como eu já disse, não tem Bluetooth, computador de bordo e outros itens que considero importantes. Ganhou, em uma das últimas reformulações, entrada para cabo USB. Fica no console central, um fio sob o descansa-braço.
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Entrada USB sob o descansa-braço: parece improvisado
É muito útil. Espetei lá meu iPod e centenas de músicas podem ser ouvidas no equipamento de som. Mas uma observação, feita por um coleta a quem dei carona, é verdadeira: essa entrada USB parece uma “improvisação de fábrica”. Algo para agradar aos clientes que não comprariam o carro sem o item. Que na próxima versão venha embutidinho no painel.
Fonte: http://www2.uol.com.br/interpressmotor/reportagem/item31667.shl