04/07/2006, 23:58
http://img353.imageshack.us/img353/9168/logoretroanalise6ci.png
Houve um tempo em que o personagem principal do jogo era quase
tão importante quanto o jogo em si, afinal, o marketing do game não
podia ser focado em engines surpreendentes, efeitos alucinantes e tal.
As empresas de games se esforçavam em criar protagonistas marcantes
ou emprestavam o carisma de personagens já consagrados.
Os personagens Disney eram uma boa opção, garantia de venda e
de jogos bem produzidos. O pato Donald é o personagem de
Lucky Dime Caper Starring The Donald Duck e vamos ver um
pouco por que o pato, com todos seus defeitos, tem tanto magnetismo.
Carl Barks
Pato Donald e o Homem dos Patos
O rabugento Donald foi criado pelos Estúdios Disney em 1934 e fez sua
estréia no desenho animado A Galinha Sábia (The Wise Little Hen), uma
história baseada em uma fábula de Esopo. Foi incluído pouco depois em
um novo curta-metragem: The Band Concert. Nos quadrinhos, a versão
quadrinizada de A Galinha Sábia foi lançada em 16 de setembro de 1934.
A partir de então Donald era presença constante nas histórias de Mickey,
sempre em papéis secundários, até que em 30 de agosto de 1936 ganhou
sua própria série de tiras, chamada A Silly Symphony Featuring Donald
Duck. Pouco depois, Donald ganhou uma namorada, Margarida, e em 17
de outubro de 1937 surgiriam os sobrinhos, Huguinho, Zezinho e Luizinho.
O trio de amigos (o amável Mickey, o atrapalhado Pateta e o
impaciente Donald) estrelou momentos cômicos que se
tornaram clássicos e referência na animação, com suas gags corporais
que se complementavam. Mickey era a estrela de Disney, mas Pato
Donald sempre foi um coadjuvante de peso. Mais do que mera escada
para o camundongo, Donald tinha potencial, brilho próprio.
Em sua carreira de ilustrador e roteirista, de 1942 a 1966, o saudoso
Carl Barks (1901-2000) aprofundou-se no estudo do ser humano através
dos gibis do Pato Donald, que era uma matéria-prima formidável para o
talentoso artista. Nos desenhos animados o pato era esquentadinho e
tinha grande parte de seu sucesso garantido pela voz ininteligível, no
papel a coisa era diferente. Barks decidiu dar ao pato personalidade,
capacidade de discurso e emoções mais definidas.
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_000a.gif
Ele também soube lapidar o “Mundo dos Patos”, acrescentando novas
temáticas e personagens e atingindo outro patamar de excelência, com
momentos antológicos e mordazes sátiras ao comportamento das
pessoas. Pode-se dizer que ele humanizou e reinventou o Pato.
E o alçou ao estrelato.
Nos textos inteligentes de Barks, o pato possuía personalidade, defeitos
e atitudes mais humanas, com roteiros mais profundos e próximos da
realidade cotidiana. Donald de Barks é ranzinza, invocado, impaciente,
teimoso, passa maus bocados na mão da namorada, que frequentemente
o esnoba e, principalmente, um azarado, vítima das circunstâncias.
Apesar disso, sabe ser generoso, é fiel e confiável, sempre ajuda a tirar
o Tio muquirana de dificuldades, arruma novo emprego em que será
demitido e se esforça em garantir a educação de seus sobrinhos.
Em seus roteiros criticava de modo divertido e inteligente o consumismo,
a vaidade, a futilidade e diversos aspectos da sociedade.
Barks também se divertia inserindo sua assinatura em detalhes (como
rótulos de potes nos armários) em trocadilhos bem humorados, para
verificar se passaria despercebida pelos editores, já que o artista era
proibido de assinar sua produção. Seu nome como autor das histórias só
foi reconhecido no início da década de 70. A Companhia Disney chegou a
tentar proibir a comercialização dos quadros que Barks produzia em sua
aposentadoria, mas recuou. E, em 1991, concedeu a Barks o
exclusivíssimo prêmio "Disney Legends".
Neste ano Donald estava em alta. Saía para Mega Drive o ótimo Quack
Shot. Também em 1991 era lançado para Master System o jogo The
Lucky Dime Caper. São jogos completamente distintos, embora ambos
de ótima qualidade.
Não foram os primeiros jogos em que o pato apareceu, nem os últimos.
Mas em nenhum outro momento o Pato voltou a estrelar games tão
marcantes nas plataformas para as quais foram lançados. Dificilmente
alguém que tenha um Master ou um Mega não terá jogado um desses
dois jogos muitas e muitas horas.
Nesse review vamos tratar do jogo do Master. A versão Game Gear
possui algumas características diferentes.
O jogo
Lucky Dime Caper Starring The Donald Duck
Produtores: The Walt Disney C. / Sega
Lançamento: 1991
Gênero: Jump´n´run
Plataforma: Sega Master System
Nota: 08/10
Clique aqui para visualizar a abertura do jogo. (http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/painel_tv.html)
Ou aqui para apenas ouvir a MID com a música da abertura (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Intro.mid)
O Tio Patinhas (criação de Barks), num gesto de extremada e inusitada
generosidade, dá a seus sobrinhos uma moeda de 10 centavos para
cada. Explica aos patinhos que sua fortuna iniciou com uma única
moedinha a “número um”, seu grande talismã da sorte. E que essas
moedas podem lhes trazer sorte também, depende de seu esforço.
A terrível Maga Patalógica espia tudo, tramando alguma artimanha. Na
primeira oportunidade seqüestra os três patinhos e de quebra rouba a
preciosa moedinha número um. Resta a Donald a incumbência de
resgatar seus sobrinhos e recuperar a moedinha do tio Patinhas, que lhe
oferece uma recompensa. No final do jogo Donald ficará surpreso com
a "tal recompensa".
A jogabilidade é simples e não possui nada de revolucionário ou
muito criativo. Está calcado no capricho técnico, no carisma dos patos e
na qualidade da animação de Donald. O pato conta com duas armas para
enfrentar todos os perigos que o aguardam: o disco ou o martelo. Essas
armas podem ser coletadas durante as fases, mas o pato só usa uma ou
outra e, ao ser atingido, fica desarmado até coletar uma arma
novamente.
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_000.gif
É possível escolher qual das 3 fases iniciais jogar primeiro. Cada uma
delas permite resgatar um dos sobrinhos. No início não há muita
dificuldade. As imagens têm cores bem escolhidas e bastante detalhes
para um game de 8bits. Os chefes das fases são animais da floresta e
estátuas enfeitiçadas, que protegem o local que mantém os sobrinhos
prisioneiros.
Mids:
Estágio 1 - Árvores do Norte (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage1.mid)
Estágio 2 - Floresta Americana (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage2.mid)
Estágio 3 - Montanhas dos Andes (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage3_andes.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_001.gif
Depois de libertados os patinhos, Donald parte à busca das três
moedinhas presenteadas pelo tio patinhas. Terá que enfrentar cada
uma das três aves sequestradoras. Novamente é possível escolher
quais das três fases jogar primeiro. Donald enfrentará o calor sufocante
da lava, atravessará armadilhas de areia no deserto, adentrará numa
pirâmide e enfrentará o frio congelante sem desistir. A qualidade da
animação se percebe quando Donald sente o calor escaldante ou treme
de frio na fase gelada.
Essas fases apresentam bastantes desafios e já convém avançar
com cuidado, pois há muitas armadilhas preparadas. Por exemplo, na
fase gelada, observe sempre a direção do vento, que muda a todo
instante, e evite pular abismos contra o vento. Logo Donald terá as três
moedinhas de volta e só faltará a número um, que está no castelo
da terrível Maga Patológica!
Mids:
Estágio 4 - Ilha Tropical (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage4_ilhatropical.mid)
Estágio 5 - Pirâmides (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage5-piramides.mid)
Estágio 6 - Pólo Sul (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-stage6_polosul.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_002.gif
No Covil da Maga Patológica, o perigo vem de todos os lados.
Os garfos arremessam-se contra Donald, há espinhos, fantasmas,
caveiras e diversos obstáculos enfeitiçados pelos sortilégios da maga.
Avance com cuidado e não terá muitos problemas. Ao enfrentar a
Maga Patológica, concentre seus ataques na bola de cristal.
Ela não durará muito.
Mids
Estágio 7 - Castelo da Maga (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage6_maga.mid)
Tema de chefe de fase (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Boss1.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_003.gif
De volta à casa, com a missão bem sucedida, só resta aguardar a
recompensa... Vinda do Tio Patinhas não se pode esperar muita coisa...
Mid
Música final (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-final.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_005.gif
Referências:
http://hq.cosmo.com.br/
www.screamyell.com.br/literatura/barks.html
http://www.gamespot.com/
http://www.vgmusic.com/
Houve um tempo em que o personagem principal do jogo era quase
tão importante quanto o jogo em si, afinal, o marketing do game não
podia ser focado em engines surpreendentes, efeitos alucinantes e tal.
As empresas de games se esforçavam em criar protagonistas marcantes
ou emprestavam o carisma de personagens já consagrados.
Os personagens Disney eram uma boa opção, garantia de venda e
de jogos bem produzidos. O pato Donald é o personagem de
Lucky Dime Caper Starring The Donald Duck e vamos ver um
pouco por que o pato, com todos seus defeitos, tem tanto magnetismo.
Carl Barks
Pato Donald e o Homem dos Patos
O rabugento Donald foi criado pelos Estúdios Disney em 1934 e fez sua
estréia no desenho animado A Galinha Sábia (The Wise Little Hen), uma
história baseada em uma fábula de Esopo. Foi incluído pouco depois em
um novo curta-metragem: The Band Concert. Nos quadrinhos, a versão
quadrinizada de A Galinha Sábia foi lançada em 16 de setembro de 1934.
A partir de então Donald era presença constante nas histórias de Mickey,
sempre em papéis secundários, até que em 30 de agosto de 1936 ganhou
sua própria série de tiras, chamada A Silly Symphony Featuring Donald
Duck. Pouco depois, Donald ganhou uma namorada, Margarida, e em 17
de outubro de 1937 surgiriam os sobrinhos, Huguinho, Zezinho e Luizinho.
O trio de amigos (o amável Mickey, o atrapalhado Pateta e o
impaciente Donald) estrelou momentos cômicos que se
tornaram clássicos e referência na animação, com suas gags corporais
que se complementavam. Mickey era a estrela de Disney, mas Pato
Donald sempre foi um coadjuvante de peso. Mais do que mera escada
para o camundongo, Donald tinha potencial, brilho próprio.
Em sua carreira de ilustrador e roteirista, de 1942 a 1966, o saudoso
Carl Barks (1901-2000) aprofundou-se no estudo do ser humano através
dos gibis do Pato Donald, que era uma matéria-prima formidável para o
talentoso artista. Nos desenhos animados o pato era esquentadinho e
tinha grande parte de seu sucesso garantido pela voz ininteligível, no
papel a coisa era diferente. Barks decidiu dar ao pato personalidade,
capacidade de discurso e emoções mais definidas.
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_000a.gif
Ele também soube lapidar o “Mundo dos Patos”, acrescentando novas
temáticas e personagens e atingindo outro patamar de excelência, com
momentos antológicos e mordazes sátiras ao comportamento das
pessoas. Pode-se dizer que ele humanizou e reinventou o Pato.
E o alçou ao estrelato.
Nos textos inteligentes de Barks, o pato possuía personalidade, defeitos
e atitudes mais humanas, com roteiros mais profundos e próximos da
realidade cotidiana. Donald de Barks é ranzinza, invocado, impaciente,
teimoso, passa maus bocados na mão da namorada, que frequentemente
o esnoba e, principalmente, um azarado, vítima das circunstâncias.
Apesar disso, sabe ser generoso, é fiel e confiável, sempre ajuda a tirar
o Tio muquirana de dificuldades, arruma novo emprego em que será
demitido e se esforça em garantir a educação de seus sobrinhos.
Em seus roteiros criticava de modo divertido e inteligente o consumismo,
a vaidade, a futilidade e diversos aspectos da sociedade.
Barks também se divertia inserindo sua assinatura em detalhes (como
rótulos de potes nos armários) em trocadilhos bem humorados, para
verificar se passaria despercebida pelos editores, já que o artista era
proibido de assinar sua produção. Seu nome como autor das histórias só
foi reconhecido no início da década de 70. A Companhia Disney chegou a
tentar proibir a comercialização dos quadros que Barks produzia em sua
aposentadoria, mas recuou. E, em 1991, concedeu a Barks o
exclusivíssimo prêmio "Disney Legends".
Neste ano Donald estava em alta. Saía para Mega Drive o ótimo Quack
Shot. Também em 1991 era lançado para Master System o jogo The
Lucky Dime Caper. São jogos completamente distintos, embora ambos
de ótima qualidade.
Não foram os primeiros jogos em que o pato apareceu, nem os últimos.
Mas em nenhum outro momento o Pato voltou a estrelar games tão
marcantes nas plataformas para as quais foram lançados. Dificilmente
alguém que tenha um Master ou um Mega não terá jogado um desses
dois jogos muitas e muitas horas.
Nesse review vamos tratar do jogo do Master. A versão Game Gear
possui algumas características diferentes.
O jogo
Lucky Dime Caper Starring The Donald Duck
Produtores: The Walt Disney C. / Sega
Lançamento: 1991
Gênero: Jump´n´run
Plataforma: Sega Master System
Nota: 08/10
Clique aqui para visualizar a abertura do jogo. (http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/painel_tv.html)
Ou aqui para apenas ouvir a MID com a música da abertura (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Intro.mid)
O Tio Patinhas (criação de Barks), num gesto de extremada e inusitada
generosidade, dá a seus sobrinhos uma moeda de 10 centavos para
cada. Explica aos patinhos que sua fortuna iniciou com uma única
moedinha a “número um”, seu grande talismã da sorte. E que essas
moedas podem lhes trazer sorte também, depende de seu esforço.
A terrível Maga Patalógica espia tudo, tramando alguma artimanha. Na
primeira oportunidade seqüestra os três patinhos e de quebra rouba a
preciosa moedinha número um. Resta a Donald a incumbência de
resgatar seus sobrinhos e recuperar a moedinha do tio Patinhas, que lhe
oferece uma recompensa. No final do jogo Donald ficará surpreso com
a "tal recompensa".
A jogabilidade é simples e não possui nada de revolucionário ou
muito criativo. Está calcado no capricho técnico, no carisma dos patos e
na qualidade da animação de Donald. O pato conta com duas armas para
enfrentar todos os perigos que o aguardam: o disco ou o martelo. Essas
armas podem ser coletadas durante as fases, mas o pato só usa uma ou
outra e, ao ser atingido, fica desarmado até coletar uma arma
novamente.
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_000.gif
É possível escolher qual das 3 fases iniciais jogar primeiro. Cada uma
delas permite resgatar um dos sobrinhos. No início não há muita
dificuldade. As imagens têm cores bem escolhidas e bastante detalhes
para um game de 8bits. Os chefes das fases são animais da floresta e
estátuas enfeitiçadas, que protegem o local que mantém os sobrinhos
prisioneiros.
Mids:
Estágio 1 - Árvores do Norte (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage1.mid)
Estágio 2 - Floresta Americana (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage2.mid)
Estágio 3 - Montanhas dos Andes (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage3_andes.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_001.gif
Depois de libertados os patinhos, Donald parte à busca das três
moedinhas presenteadas pelo tio patinhas. Terá que enfrentar cada
uma das três aves sequestradoras. Novamente é possível escolher
quais das três fases jogar primeiro. Donald enfrentará o calor sufocante
da lava, atravessará armadilhas de areia no deserto, adentrará numa
pirâmide e enfrentará o frio congelante sem desistir. A qualidade da
animação se percebe quando Donald sente o calor escaldante ou treme
de frio na fase gelada.
Essas fases apresentam bastantes desafios e já convém avançar
com cuidado, pois há muitas armadilhas preparadas. Por exemplo, na
fase gelada, observe sempre a direção do vento, que muda a todo
instante, e evite pular abismos contra o vento. Logo Donald terá as três
moedinhas de volta e só faltará a número um, que está no castelo
da terrível Maga Patológica!
Mids:
Estágio 4 - Ilha Tropical (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage4_ilhatropical.mid)
Estágio 5 - Pirâmides (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage5-piramides.mid)
Estágio 6 - Pólo Sul (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-stage6_polosul.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_002.gif
No Covil da Maga Patológica, o perigo vem de todos os lados.
Os garfos arremessam-se contra Donald, há espinhos, fantasmas,
caveiras e diversos obstáculos enfeitiçados pelos sortilégios da maga.
Avance com cuidado e não terá muitos problemas. Ao enfrentar a
Maga Patológica, concentre seus ataques na bola de cristal.
Ela não durará muito.
Mids
Estágio 7 - Castelo da Maga (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Stage6_maga.mid)
Tema de chefe de fase (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-Boss1.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_003.gif
De volta à casa, com a missão bem sucedida, só resta aguardar a
recompensa... Vinda do Tio Patinhas não se pode esperar muita coisa...
Mid
Música final (http://br.geocities.com/edineilopes/LDC-final.mid)
http://edi-nei.sites.uol.com.br/outerspace/donaldmaster_005.gif
Referências:
http://hq.cosmo.com.br/
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