08/07/2006, 01:46
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Top Gear Rally
http://img223.imageshack.us/img223/4825/tgr1tq.jpg
Ficha técnica:
Título: Top Gear Rally
Softhouse: Boss Games Studio
Publisher: Midway / Kemco
Ano: 1997
Categoria: Corrida
Número de Jogadores: 2
Salva: Sim (Memory Card)
A série Top Gear é uma velha conhecida dos gamers em geral e principalmente daqueles que vivenciaram a geração 16 bits. A franquia começou em 1991 com o primeiro jogo da série, intitulado apenas como Top Gear. O jogo foi um tremendo um sucesso, vendendo mais 2,5 milhões de cópias no mundo todo! Com uma jogabilidade simples porém extremamente viciante, o jogo arrebanhou milhões de fãs quase que instantaneamente.
Com esse tremendo sucesso nas mãos, a Kemco, um ano depois, decidiu a segunda versão de seu jogo de corrida. Top Gear 2 trazia como novidade a possibilidade de ganhar dinheiro ao vencer as corridas para turbinar seu carro e melhorar seus atributos com upgrades. Muitos não gostaram dessa adição, dizendo que haviam descaracterizado a essência do jogo, entretanto, isso não impediu que Top Gear 2 também se tornasse um sucesso absoluto, tanto que a Kemco quebrou a exclusividade que tinha com a Nintendo e lançou a segunda versão também para Mega Drive, arrecandando, dessa forma, mais alguns milhares de dólares. Seguindo esse embalo de sucesso, a Kemco lança Top Gear 3000, que como o nome indica, passava-se no futuro. O jogo não foi um sucesso como os antecessores, principalmente pelo fato de que a série estava tornando-se cada vez mais descaracterizada. Devido a esse "insucesso", a empresa deixou a série na geladeira por uns tempos, retomando-a apenas em 1997, com o controverso Top Gear Rally.
http://img223.imageshack.us/img223/9759/topral13hn.jpg http://img142.imageshack.us/img142/7968/topral26tl.jpg
Top Gear Rally é um título adorado por poucos e odiado por muitos pois significou uma guinada radical na série. Se antes o que tínhamos eram bólidos rasgando a toda velocidade circuitos de asfalto ao redor de cidades do mundo inteiro, agora tínhamos bólidos com visual de carros de rally correndo não só em pistas de asfalto, mas também em circuitos cheios de terra, lama, poças d'água e neve, no melhor estilo rally de ser. Isso revoltou muita gente, que até mesmo nem consideram esse jogo como um autêntico Top Gear. Entretanto, o que se esconde por debaixo da carenagem de Top Gear Rally? Um motorzinho fraquinho uma máquina possante?
A resposta, nesse ponta, deve ser dupla: pro fã do Top Gear original, temos apenas um joguinho qualquer, mas para quem não teve contato com os primórdios da série (e aqueles que mesmo tendo este contato deram uma chance para o título), temos um jogo muito interessante de rally, com uma jogabilidade sólida, gráficos belíssimos, uma boa dose de desafio e uma boa seleção de carros. Para deixar claro minha posição, e assim dar andamento ao review, já deixou claro que eu sou um caso meio a parte, já que eu venero tanto os dois primeiros Top Gear's como também esta versão rally da série.
Top Gear Rally é um jogo que graficamente foi muito impressionante para sua época. Os gráficos do título estavam a anos luz de qualquer coisa vista nos consoles concorrentes de então. As texturas eram muito bem definidas e variadas, dando o clima para cada tipo de circuito. Assim, tínhamos um circuito tipicamente desértico, uma floresta tropica e até mesmo um campo de mineração. Tudo muito bem caracterizado através da texturização e construção poligonal. O título rodava com uma suavidade excelente, slowdowns eram raros e, quando aconteciam, não eram muito acentuados a ponto de atrapalhar a jogatina, como acontece em outros jogos de corrida do próprio Nintendo 64.
Entretanto, toda essa beleza gráfica cobrou um preço alto: a inteligência artificial dos seus oponentes foi TOTALMENTE safrificada, ou seja, inexiste inteligência artificial em Top Gear Rally. Os carros adversários não esboçam absolutamente nenhuma reação quando você se aproxima deles, eles apenas continuam andando em um trilho pré-determinado como se nada tivesse acontecido, no melhor estilo da série Gran Turismo. O maior problema disso é que o desafio do jogo fica praticamente nulo, já que o maior trabalho que você terá para vencer uma corrida será apenas não errar as curvas e não perder tempo, assim você com certeza vencerá a corrida. Jogando no campeonato, o início do jogo é bem fácil, depois com o avanço na competição a dificuldade aumenta levemente, entretanto, ao se conseguir o último carro do jogo, o qual é bem rápido e estável, a dificuldade vai pro chão novamente e o jogador passará a vencer as corridas sem nenhum trabalho mais uma vez.
Aliás, quando eu disse que a beleza gráfica do título havia cobrado um preço alto, eu me enganei, na verdade foram dois: o som do jogo também foi altamente sacrificado, principalmente devido ao baixo espaço de armazenamento dos cartuchos do Nintendo 64, já que os produtores frequentemente tinham de decidir entre dar mais importância às texturas do que ao som e vice-versa. Dessa forma, as músicas do jogo, mesmo tendo sido compostas pelo mesmo músico que criou as músicas do primeiro jogo da série, ficaram relegadas a um segundo plano, com instrumentos e melodias simples, com as músicas sendo de curta duração, para ficarem tocando em loop e, assim, ocuparem menos espaço no cartucho.
Os efeitos sonoros do jogo também foram levemente sacrificados, embora não tanto quanto as músicas. Os efeitos dos motores e dos pneus andando seja no asfalto, na terra ou na neve, são decentes e não comprometem, entretanto, os efeitos sonoros das batidas são simplesmente ridículos. Parece que temos duas latinhas de refrigerantes batendo uma na outra, de tão simples que ficou o barulho. Chega a ser engraçado. Aliás, por falar em batidas, vale ressaltar que os carros tem um primitivo sistema de danos. Óbviamente não é nada sofisticado, já que os carros sofrem sempre o mesmo tipo de deformação e a performance permanece inalterada, mas essa foi uma adição bacana ao título, pois não era algo muito comum nos videogames da época.
http://img89.imageshack.us/img89/5132/topral30pv.jpg http://img226.imageshack.us/img226/184/topral46bp.jpg
Tendo em vista tudo o que eu disse até agora, fica difícil acreditar que eu realmente adoro esse jogo, como disse mais acima, mas o que me fez amar esse jogo, junto de seus belos gráficos, foi sua ótima jogabilidade. Óbviamente que Top Gear Rally não mostra uma jogabilidade de rally como títulos como Collin McRae mas, para os padrões do Nintendo 64 e tendo em vista o que ele podia oferecer em 1997, a jogabilidade é extremamente sólida. Se nos primeiros jogo da série nós fazíamos as curvas sem nem tomar conhecimento do botão de freio, em Top Gear Rally as coisas são diferentes. Da mesma forma que em um rally de verdade, as curvas são feitas fazendo o famoso "drift", ou seja, com o carro derrapando e fazendo a curva "de lado".
Algumas curvas o jogador pode simplesmente jogar o carro que ele derrapa e faz a curva perfeitamente, mas em outras será necessário usar o freio e dosar a velocidade para que o drift saia de forma perfeita, pois se um drift for executado com velocidade muito alta, o jogador pode perder um tempo precioso e, como eu disse, para vencer uma corrida basta que não se perca tempo.
As condições de dirigibilidade variam de acordo com o terreno em que se está pilotanto, por isso é sempre importante escolher o tipo certo de pneu antes de cada corrida. Por exemplo, não adianta usar um pneu de asfalto em um circuito de terra, pois a dirigibilidade ficará muito mais difícil. Mas mesmo fazendo a escolha certa de pneus, pilotar na neve será um desafio muito maior do que pilotar na terra, e essa variedade é o que torna o título interessante, pois em um momento estamos correndo no asfalto, depois passamos para uma pista com asfalto e terra, depois para uma apenas com terra para voltarmos ao asfalto mas dessa vez com chuva. Com essa variedade "climática", a dirigibilidade dos carros sempre varia, exigindo que o jogador consiga se adaptar rapidamente à situação proposta.
Top Gear Rally apresenta aqueles modos de corrida tradicionais, como Practice, Time Attack, Versus e Campeonato. O jogador ainda pode ir no Paint Shop e pintar o seu carro da forma que desejar, ou da forma permitida pelos limites da ferramenta de desenho do jogo, hehe, e esses designs, assim como todo o progresso do jogo, ficam salvos em um Memory Card. Já antes de começar cada corrida, o jogador pode escolher entre câmbio manual e automático, o tipo de pneu e o "tamanho do volante". Este "tamanho" do volante influencia muito a jogabilidade, pois um volante menor faz o carro virar mais e mais rápido, já um volante maior acarreta o efeito contrário.
Por fim, o multiplayer do jogo proporciona uma dose extre de diversão e longevidade ao título, proporcionando disputas acirradas e bacanas para até dois jogadores. Inclusive, podem algumas batidas engraçadas ao longo das disputas, principalmente quando acontece algum glitche no jogo e o seu carro é prensado contra uma parede e cai no vazio girando loucamente. É uma falha que não deveria acontecer, mas de vez em quando pode acontecer e pelo menos gera algumas risadas.
Em suma, Top Gear Rally é isso, um jogo que desagrada MUITOS fãs dos primeiros jogos da série, principalmente pela sua radical mudança no estilo de jogo, mas que ainda assim esconde debaixo de seu capô um jogo de rally divertidíssimo e muito competente, que só não é ainda melhor pela falta de desafio e uns efeitos sonoros de batidas um pouco mais caprichados.
http://img148.imageshack.us/img148/7518/topral52ee.jpg http://img226.imageshack.us/img226/6004/top60wo.jpg
Avaliação:
http://img226.imageshack.us/img226/6922/notas9da.jpg
Top Gear Rally
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Ficha técnica:
Título: Top Gear Rally
Softhouse: Boss Games Studio
Publisher: Midway / Kemco
Ano: 1997
Categoria: Corrida
Número de Jogadores: 2
Salva: Sim (Memory Card)
A série Top Gear é uma velha conhecida dos gamers em geral e principalmente daqueles que vivenciaram a geração 16 bits. A franquia começou em 1991 com o primeiro jogo da série, intitulado apenas como Top Gear. O jogo foi um tremendo um sucesso, vendendo mais 2,5 milhões de cópias no mundo todo! Com uma jogabilidade simples porém extremamente viciante, o jogo arrebanhou milhões de fãs quase que instantaneamente.
Com esse tremendo sucesso nas mãos, a Kemco, um ano depois, decidiu a segunda versão de seu jogo de corrida. Top Gear 2 trazia como novidade a possibilidade de ganhar dinheiro ao vencer as corridas para turbinar seu carro e melhorar seus atributos com upgrades. Muitos não gostaram dessa adição, dizendo que haviam descaracterizado a essência do jogo, entretanto, isso não impediu que Top Gear 2 também se tornasse um sucesso absoluto, tanto que a Kemco quebrou a exclusividade que tinha com a Nintendo e lançou a segunda versão também para Mega Drive, arrecandando, dessa forma, mais alguns milhares de dólares. Seguindo esse embalo de sucesso, a Kemco lança Top Gear 3000, que como o nome indica, passava-se no futuro. O jogo não foi um sucesso como os antecessores, principalmente pelo fato de que a série estava tornando-se cada vez mais descaracterizada. Devido a esse "insucesso", a empresa deixou a série na geladeira por uns tempos, retomando-a apenas em 1997, com o controverso Top Gear Rally.
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Top Gear Rally é um título adorado por poucos e odiado por muitos pois significou uma guinada radical na série. Se antes o que tínhamos eram bólidos rasgando a toda velocidade circuitos de asfalto ao redor de cidades do mundo inteiro, agora tínhamos bólidos com visual de carros de rally correndo não só em pistas de asfalto, mas também em circuitos cheios de terra, lama, poças d'água e neve, no melhor estilo rally de ser. Isso revoltou muita gente, que até mesmo nem consideram esse jogo como um autêntico Top Gear. Entretanto, o que se esconde por debaixo da carenagem de Top Gear Rally? Um motorzinho fraquinho uma máquina possante?
A resposta, nesse ponta, deve ser dupla: pro fã do Top Gear original, temos apenas um joguinho qualquer, mas para quem não teve contato com os primórdios da série (e aqueles que mesmo tendo este contato deram uma chance para o título), temos um jogo muito interessante de rally, com uma jogabilidade sólida, gráficos belíssimos, uma boa dose de desafio e uma boa seleção de carros. Para deixar claro minha posição, e assim dar andamento ao review, já deixou claro que eu sou um caso meio a parte, já que eu venero tanto os dois primeiros Top Gear's como também esta versão rally da série.
Top Gear Rally é um jogo que graficamente foi muito impressionante para sua época. Os gráficos do título estavam a anos luz de qualquer coisa vista nos consoles concorrentes de então. As texturas eram muito bem definidas e variadas, dando o clima para cada tipo de circuito. Assim, tínhamos um circuito tipicamente desértico, uma floresta tropica e até mesmo um campo de mineração. Tudo muito bem caracterizado através da texturização e construção poligonal. O título rodava com uma suavidade excelente, slowdowns eram raros e, quando aconteciam, não eram muito acentuados a ponto de atrapalhar a jogatina, como acontece em outros jogos de corrida do próprio Nintendo 64.
Entretanto, toda essa beleza gráfica cobrou um preço alto: a inteligência artificial dos seus oponentes foi TOTALMENTE safrificada, ou seja, inexiste inteligência artificial em Top Gear Rally. Os carros adversários não esboçam absolutamente nenhuma reação quando você se aproxima deles, eles apenas continuam andando em um trilho pré-determinado como se nada tivesse acontecido, no melhor estilo da série Gran Turismo. O maior problema disso é que o desafio do jogo fica praticamente nulo, já que o maior trabalho que você terá para vencer uma corrida será apenas não errar as curvas e não perder tempo, assim você com certeza vencerá a corrida. Jogando no campeonato, o início do jogo é bem fácil, depois com o avanço na competição a dificuldade aumenta levemente, entretanto, ao se conseguir o último carro do jogo, o qual é bem rápido e estável, a dificuldade vai pro chão novamente e o jogador passará a vencer as corridas sem nenhum trabalho mais uma vez.
Aliás, quando eu disse que a beleza gráfica do título havia cobrado um preço alto, eu me enganei, na verdade foram dois: o som do jogo também foi altamente sacrificado, principalmente devido ao baixo espaço de armazenamento dos cartuchos do Nintendo 64, já que os produtores frequentemente tinham de decidir entre dar mais importância às texturas do que ao som e vice-versa. Dessa forma, as músicas do jogo, mesmo tendo sido compostas pelo mesmo músico que criou as músicas do primeiro jogo da série, ficaram relegadas a um segundo plano, com instrumentos e melodias simples, com as músicas sendo de curta duração, para ficarem tocando em loop e, assim, ocuparem menos espaço no cartucho.
Os efeitos sonoros do jogo também foram levemente sacrificados, embora não tanto quanto as músicas. Os efeitos dos motores e dos pneus andando seja no asfalto, na terra ou na neve, são decentes e não comprometem, entretanto, os efeitos sonoros das batidas são simplesmente ridículos. Parece que temos duas latinhas de refrigerantes batendo uma na outra, de tão simples que ficou o barulho. Chega a ser engraçado. Aliás, por falar em batidas, vale ressaltar que os carros tem um primitivo sistema de danos. Óbviamente não é nada sofisticado, já que os carros sofrem sempre o mesmo tipo de deformação e a performance permanece inalterada, mas essa foi uma adição bacana ao título, pois não era algo muito comum nos videogames da época.
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Tendo em vista tudo o que eu disse até agora, fica difícil acreditar que eu realmente adoro esse jogo, como disse mais acima, mas o que me fez amar esse jogo, junto de seus belos gráficos, foi sua ótima jogabilidade. Óbviamente que Top Gear Rally não mostra uma jogabilidade de rally como títulos como Collin McRae mas, para os padrões do Nintendo 64 e tendo em vista o que ele podia oferecer em 1997, a jogabilidade é extremamente sólida. Se nos primeiros jogo da série nós fazíamos as curvas sem nem tomar conhecimento do botão de freio, em Top Gear Rally as coisas são diferentes. Da mesma forma que em um rally de verdade, as curvas são feitas fazendo o famoso "drift", ou seja, com o carro derrapando e fazendo a curva "de lado".
Algumas curvas o jogador pode simplesmente jogar o carro que ele derrapa e faz a curva perfeitamente, mas em outras será necessário usar o freio e dosar a velocidade para que o drift saia de forma perfeita, pois se um drift for executado com velocidade muito alta, o jogador pode perder um tempo precioso e, como eu disse, para vencer uma corrida basta que não se perca tempo.
As condições de dirigibilidade variam de acordo com o terreno em que se está pilotanto, por isso é sempre importante escolher o tipo certo de pneu antes de cada corrida. Por exemplo, não adianta usar um pneu de asfalto em um circuito de terra, pois a dirigibilidade ficará muito mais difícil. Mas mesmo fazendo a escolha certa de pneus, pilotar na neve será um desafio muito maior do que pilotar na terra, e essa variedade é o que torna o título interessante, pois em um momento estamos correndo no asfalto, depois passamos para uma pista com asfalto e terra, depois para uma apenas com terra para voltarmos ao asfalto mas dessa vez com chuva. Com essa variedade "climática", a dirigibilidade dos carros sempre varia, exigindo que o jogador consiga se adaptar rapidamente à situação proposta.
Top Gear Rally apresenta aqueles modos de corrida tradicionais, como Practice, Time Attack, Versus e Campeonato. O jogador ainda pode ir no Paint Shop e pintar o seu carro da forma que desejar, ou da forma permitida pelos limites da ferramenta de desenho do jogo, hehe, e esses designs, assim como todo o progresso do jogo, ficam salvos em um Memory Card. Já antes de começar cada corrida, o jogador pode escolher entre câmbio manual e automático, o tipo de pneu e o "tamanho do volante". Este "tamanho" do volante influencia muito a jogabilidade, pois um volante menor faz o carro virar mais e mais rápido, já um volante maior acarreta o efeito contrário.
Por fim, o multiplayer do jogo proporciona uma dose extre de diversão e longevidade ao título, proporcionando disputas acirradas e bacanas para até dois jogadores. Inclusive, podem algumas batidas engraçadas ao longo das disputas, principalmente quando acontece algum glitche no jogo e o seu carro é prensado contra uma parede e cai no vazio girando loucamente. É uma falha que não deveria acontecer, mas de vez em quando pode acontecer e pelo menos gera algumas risadas.
Em suma, Top Gear Rally é isso, um jogo que desagrada MUITOS fãs dos primeiros jogos da série, principalmente pela sua radical mudança no estilo de jogo, mas que ainda assim esconde debaixo de seu capô um jogo de rally divertidíssimo e muito competente, que só não é ainda melhor pela falta de desafio e uns efeitos sonoros de batidas um pouco mais caprichados.
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Avaliação:
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