19/09/2005, 15:19
Em tempos onde o gênero terror tem dominado as telonas hollywoodianas com adaptações do cinema oriental, os próprios consoles andaram ganhando jogos do mesmo estilo com cada vez mais freqüência, e principalmente, com mais qualidade.
Não poderíamos nos esquecer de um antigo clássico lançado para o PSX em 1998 pela Atlus, que claro, hoje em dia não compete técnicamente com games como Fatal Frame ou Forbidden Sirens, mas com certeza influenciou e muito o estilo destas séries, fugindo do lugar-comum imortalizado por Resident Evil e Silent Hill, que sempre foram referências.
Que a temática de tais games auto-entitulados de terror está mudando aos poucos é algo indubitável, no entanto ainda é imperceptível para alguns. Nada mais que o normal para uma geração que aprendeu a jogar games de terror com protagonistas destemidos exterminando hordas de zumbis e criaturas bizarras. O lado místico era muito oculto nas entrelinhas dos enredos desses jogos, quando não era ignorado completamente, e apenas hoje em dia temos games que realmente abordam este tema de uma forma nova e interessante, mas o grande diferencial de Dark Messiah, é que o mesmo já marcava o ponto de partida para a fórmula no Playstation que faria sucesso anos depois: Jogos que induziam o Terror Psicológico nos jogadores.
http://www.ncsx.com/www/ncs061598/messiah1.jpg
http://www.ncsx.com/www/ncs061598/messiah2.jpg
Naomi é uma estudante que está no metrô de Tokyo quando de repente alguém (ou alguma coisa) aparece subitamente no meio dos trilhos, causando uma freada brusca e conseqüentemente uma colisão. Desesperada por não ter saída, as coisas só pioram quando Naomi escuta gritos de vindos do vagão atrás, é quando ela tem contato com a tal coisa, que inicia uma perseguição à garota que tem como única escapatória fugir pelos túneis do metrô, esgotos, e outros caminhos misteriosos no subterrâneo dessa caótica Tokyo.
O game é jogado em 1ª pessoa, lembrando Doom, tanto pela jogabilidade quanto pelos gráficos, sem mais destaques pois se trata de um jogo visualmente limitado, no entanto seria o Doom mais estranho de todos os tempos, uma vez que a todo momento você tem que se lembrar que controla uma garota indefesa que só tem como chance fugir daquele lugar, sem saber para onde ir, sem saber onde o seu perseguidor está, sendo assim, tiros a todo momento estão fora de cogitação.
A trilha sonora é ótima, mantendo totalmente o clima de tensão, e nesse ponto não devendo nada à jogos mais modernos do estilo. O silêncio é quase perturbador, te deixando sem pistas do que fazer, apenas alguns efeitos sonoros são presentes além dos grunhidos das bestas.
Apesar de ser uma game japonês e ambientado por lá, Dark Messiah assemelha-se a um jogo de pc, pois a interatividade infelizmente é pouca, e a maioria das ações é feita por uma simples escolha de objetos mostrados na tela. Os fãs de Clock Tower se sentirão em casa.
Dark Messiah foi lançado nos Estados Unidos com o nome de Hell Night, sendo publicado pela Konami, e apesar de velho ainda garante uns bons sustos.
Recomendo principalmente para os fãs do gênero, mas também é bom para os aventureiros a fim de um jogo inovador no Playstation.
Não poderíamos nos esquecer de um antigo clássico lançado para o PSX em 1998 pela Atlus, que claro, hoje em dia não compete técnicamente com games como Fatal Frame ou Forbidden Sirens, mas com certeza influenciou e muito o estilo destas séries, fugindo do lugar-comum imortalizado por Resident Evil e Silent Hill, que sempre foram referências.
Que a temática de tais games auto-entitulados de terror está mudando aos poucos é algo indubitável, no entanto ainda é imperceptível para alguns. Nada mais que o normal para uma geração que aprendeu a jogar games de terror com protagonistas destemidos exterminando hordas de zumbis e criaturas bizarras. O lado místico era muito oculto nas entrelinhas dos enredos desses jogos, quando não era ignorado completamente, e apenas hoje em dia temos games que realmente abordam este tema de uma forma nova e interessante, mas o grande diferencial de Dark Messiah, é que o mesmo já marcava o ponto de partida para a fórmula no Playstation que faria sucesso anos depois: Jogos que induziam o Terror Psicológico nos jogadores.
http://www.ncsx.com/www/ncs061598/messiah1.jpg
http://www.ncsx.com/www/ncs061598/messiah2.jpg
Naomi é uma estudante que está no metrô de Tokyo quando de repente alguém (ou alguma coisa) aparece subitamente no meio dos trilhos, causando uma freada brusca e conseqüentemente uma colisão. Desesperada por não ter saída, as coisas só pioram quando Naomi escuta gritos de vindos do vagão atrás, é quando ela tem contato com a tal coisa, que inicia uma perseguição à garota que tem como única escapatória fugir pelos túneis do metrô, esgotos, e outros caminhos misteriosos no subterrâneo dessa caótica Tokyo.
O game é jogado em 1ª pessoa, lembrando Doom, tanto pela jogabilidade quanto pelos gráficos, sem mais destaques pois se trata de um jogo visualmente limitado, no entanto seria o Doom mais estranho de todos os tempos, uma vez que a todo momento você tem que se lembrar que controla uma garota indefesa que só tem como chance fugir daquele lugar, sem saber para onde ir, sem saber onde o seu perseguidor está, sendo assim, tiros a todo momento estão fora de cogitação.
A trilha sonora é ótima, mantendo totalmente o clima de tensão, e nesse ponto não devendo nada à jogos mais modernos do estilo. O silêncio é quase perturbador, te deixando sem pistas do que fazer, apenas alguns efeitos sonoros são presentes além dos grunhidos das bestas.
Apesar de ser uma game japonês e ambientado por lá, Dark Messiah assemelha-se a um jogo de pc, pois a interatividade infelizmente é pouca, e a maioria das ações é feita por uma simples escolha de objetos mostrados na tela. Os fãs de Clock Tower se sentirão em casa.
Dark Messiah foi lançado nos Estados Unidos com o nome de Hell Night, sendo publicado pela Konami, e apesar de velho ainda garante uns bons sustos.
Recomendo principalmente para os fãs do gênero, mas também é bom para os aventureiros a fim de um jogo inovador no Playstation.