Com o advento (e sucesso) dos videogames portáteis no final da década de 80 e início da década de 90, a Sega resolveu entrar nesse lucrativo mercado para brigar com a concorrência, o Lynx (da Atari), o Turbo Express (da NEC) e especialmente com o Game Boy da Nintendo. Originalmente chamado de “Project Mercury”, o Game Gear foi lançado em 1990 no Japão com o jogo Columns e teve cerca de 300 títulos lançados para sua biblioteca até o final de sua vida. Nos Estados Unidos e no Brasil, ele foi lançado no ano de 1991.
O portátil foi lançado ao preço de U$ 149,90, com jogos na faixa de U$ 24,99 a U$ 29,99 e tinha especificações ousadas para sua época, pois ele é, praticamente, uma versão de bolso do console 8-bits da Sega, o Master System, já que ambos têm quase que a mesma especificação técnica, sendo que o portátil ainda possui duas vantagens: uma maior paleta de cores (4.096 no total, sendo até 32 simultâneas, contra a paleta de 256 cores do console de mesa) e som estéreo com fones de ouvido.
O seu lançamento no Japão não causou tanto furor, pois em comparação ao seu principal concorrente, o Game Boy, ele era muito grande e pesado, além do problema do consumo demasiado rápido das seis pilhas pequenas utilizadas para alimentá-lo, em virtude de sua tela com iluminação. Não bastasse isso tudo, a diferença de preços entre os dois portáteis era muito significativa (U$ 149,99 contra U$ 89,99 do rival da Nintendo).
As seis pilhas necessárias para alimentar o aparelho assustaram os japoneses.
Já nos Estados Unidos, a história foi outra: a Sega americana se utilizou de uma campanha bastante agressiva para demonstrar a superioridade de seu aparelho em relação ao Game Boy, especialmente no quesito “tela colorida”. Foi feita, então, uma memorável campanha de propagandas de TV que demonstravam claramente a diferença técnica entre os dois aparelhos de forma polêmica, haja vista que tais comerciais ridicularizavam abertamente o Game Boy e seus proprietários. Não obstante o fato de ter sido uma campanha bastante ousada (e motivo de orgulho para a Sega Of America), seus efeitos foram negativos entre muitos gamers fãs da Nintendo, que consideraram um marketing ofensivo. Além disso, o fato de bater tanto no portátil da Nintendo só fazia ressaltar a supremacia do Game Boy e o segundo lugar da Sega. Após algum tempo, a Sega americana amenizou sua campanha de marketing ao incluir, nas propagandas, a frase SEGA does what Nintendon’t, mas isso não foi suficiente para conter o avanço de seu concorrente.
Abaixo, você confere alguns dos polêmicos comerciais veiculados nos EUA:
O Game Gear também sofreu do mesmo problema existente no console de 8 bits da Sega: falta de apoio das thirdies, que desenvolviam todas para a Nintendo, fazendo com que o portátil da Sega perdesse muitos games fundamentais e terminasse sua carreira com uma biblioteca bem menor do que o Game Boy.
Apesar disso tudo, o Game Gear conseguiu se sair melhor do que os concorrentes Lynx e Turbo Express, embora padecesse dos mesmos problemas relativos ao tamanho e consumo de pilhas. O Game Gear foi o único portátil da época que chegou a incomodar (pelo menos um pouco) a soberania da Nintendo no ramo de portáteis, tendo vendido aproximadamente 11 milhões de unidades ao redor do mundo, além de ter feito bastante sucesso aqui no Brasil, onde foi oficialmente lançado pela TecToy. Por fim, sua biblioteca, embora não muito grande, possui alguns excelentes jogos que merecem ser conhecidos.
Caixa do Game Gear versão TecToy (ambos os lados).
A Sega encerrou a produção do portátil no ano de 1997, mas alguns anos depois, no início dos anos 2000, a Majesco adquiriu, junto à Sega, os direitos de produção do GG e relançou-o em uma versão chamada Game Gear Core System, com o jogo Sonic 2. O videogame foi relançado com o preço de U$ 29,99, disponível na rede americana Toys ‘R Us (tanto nas lojas físicas quanto no site), com jogos custando U$ 14,97. Todavia, este modelo não é compatível com o TV tuner, além de possuir pequenas alterações em seu design.
Caixa da versão Core.
Por último, o portátil foi novamente relançado no ano de 2006 em uma versão bem menor, com uma tela mais iluminada e alimentação com três pilhas palito, com 20 jogos na memória (alguns de Master System) e sem entrada para cartucho. Esta versão foi lançada através de diversas marcas, dentre elas Coleco e PlayPal.
O Game Gear PlayPal é bem menor.
Embora, atualmente, o título de portátil não fabricado pela Nintendo com melhores vendas já pertença ao PSP, o Game Gear continua a ser o portátil não-Nintendo que teve o mais prolongado período de suporte.
Acessórios
Foram lançados vários acessórios para o portátil, oficiais e não oficiais. Aqui você vai ler um pouco sobre os principais acessórios oficiais.
Master Gear Converter – a Sega sempre foi fã de lançar adaptadores e não poderia ser diferente com o seu portátil. Este adaptador permite que você jogue os títulos de Master System no portátil e foi, sem dúvida um dos acessórios mais importantes do aparelho, pois fez com que sua biblioteca inicial tivesse um número bastante expressivo de jogos, contando com os de Master. Embora você possa rodar praticamente todos os jogos de Master System com este adaptador, há relatos de que alguns títulos para dois jogadores não funcionam adequadamente. Este acessório foi lançado aqui no Brasil e deu um impulso nas vendas do portátil, haja vista o sucesso que o Master fez por aqui.
TV Tuner – um acessório para assistir à TV na tela do aparelho. Era um acessório bem interessante, mas que teve uma história conturbada. Em 1993, a Sega americana teve um desentendimento com a empresa fabricante do acessório, decidindo lançar um novo modelo de GG que não fosse compatível com o TV tuner (é possível verificar a compatibilidade através do número se série do portátil). Após algum tempo, a Sega voltou a fabricar o portátil compatível com o acessório. O TV tuner foi feito para os diferentes sistemas de TV utilizados onde foi lançado (NTSC, PAL), além de ter uma entrada onde era possível plugar um videocassete ou outros tipos de aparelho.
Super Wide Gear – basicamente, uma lente de aumento, que faz com que a tela fique com um tamanho aproximado de 5”, ao invés de 3,2”, sendo muito útil para alguns jogos (mas não todos).
AC adaptor – sem dúvida nenhuma, um dos acessórios essenciais, levando-se em conta o elevado consumo de pilhas do portátil. Podem ser utilizados também os adaptadores de alguns modelos de Mega Drive. Também foram lançados vários adaptadores não oficiais, mas é sempre recomendável utilizar algum da própria Sega.
Gear-to-Gear cable – cabo que serve para ligar dois portáteis e permite partidas simultâneas, caso o jogo seja compatível. Cada jogador deve possuir uma cópia do jogo.
Deluxe Carrying Case – bolsa lançada pela Sega para carregar o portátil, dez jogos e mais uma série de acessórios, além de possuir uma alça para levar no ombro.
Estes são só alguns dos inúmeros acessórios lançados para o GG ao longo de sua trajetória. Abaixo, uma propaganda da Sega com vários destes acessórios:
Especificações
O aparelho possui as seguintes especificações técnicas:
CPU – Z-80 de 8 bits rodando a 3.58 MHz. Resolução – 160 x 146 pixels. Cores disponíveis – 4.096 no total, até 32 simultâneas. Máximo de sprites na tela – 64. Tamanho dos sprites – 8 x 8. Tamanho da tela – 3,2 polegadas (aproximadamente 8 cm), com iluminação interna. Áudio – 4 canais mono (estéreo com os fones de ouvido). Memória – 8 KB RAM. Memória de vídeo – 16 KB RAM. Mídia utilizada - cartucho.
A mídia do portátil é o clássico cartucho.
Como dito anteriormente, o GG é praticamente um Master System de bolso, o que levou muita gente a pensar que seria possível rodar seus jogos no console de mesa da Sega, já que o contrário é possível com o adaptador Master Gear. Todavia, como o GG possui mais cores disponíveis em sua paleta, isso não é possível. Além disso, não seria possível mapear adequadamente o botão start do Game Gear, já que o controle do Master não tinha este botão.
É importante destacar também que, internamente, o GG é idêntico em todos os locais onde foi lançado, tornando possível jogar um jogo lançado em qualquer região em qualquer aparelho.
Edições especiais
O Game Gear teve diversas edições especiais, a maioria no Japão e algumas no Ocidente. Vamos mostrar algumas das mais conhecidas.
Game Gear Coca Cola Edition – certamente, uma das versões mais raras e mais famosas. Em um acordo com a Sega, a Coca Cola lançou esta versão especial (apenas no Japão) de GG vermelho, junto com o game Coca Cola Kids. Uma verdadeira raridade que está em exibição no museu da Coca Cola, em Atlanta.
Magic Knight Rayearth Game Gear – lançado no Japão com a febre do anime, é da cor vermelha e tem o símbolo do desenho em sua carcaça. Acompanha o jogo.
Game Gear Blue Sports Edition – lançado em 1993 pela Sega americana, acompanhava o jogo World Series Baseball. Esta versão foi lançada sem suporte ao TV tuner, em razão do desentendimento entre a Sega e a fabricante do acessório.
White Game Gear – esta é considerada a versão mais rara de todas. GG branco com TV tuner branco e maleta própria, edição limitadíssima lançada apenas no Japão.
Os jogos
O Game Gear foi lançado com o jogo Columns, o Tetris da Sega, e contava com um total de apenas seis jogos em seu lançamento. Até o fim de seu ciclo, foram lançados aproximadamente 300 títulos para o portátil da Sega. Este número não foi maior, infelizmente, pela falta de suporte de muitas thirdies, como foi explicado mais em cima. Muitos destes jogos eram ports de clássicos do Master System, como Sonic, Streets Of Rage, Super Mônaco GP, Castle Of Illusion e outros, dada a semelhança técnica entre os dois, mas o GG teve alguns títulos originais que valem a pena serem jogados, dentre os quais:
Ax Battler – jogo estrelado pelo bárbaro da série Golden Axe, possui uma jogabilidade muito interessante, que mistura elementos de RPG com ação.
Defenders Of Oasis – RPG com sistema de turnos, possui uma boa história e um excelente visual para os padrões do portátil.
Sonic Triple Trouble – excelente jogo do porco-espinho para para o Game Gear, ficou conhecido como Sonic & Tails 2 no Japão e é considerado uma seqüência direta de Sonic Chaos.
Sonic Drift 1 e 2 – dois divertidos jogos de corrida no melhor estilo Mario Kart, só que com a turma do Sonic.
Shining Force Gaiden 1, 2 e 3 – trilogia que segue a mesma jogabilidade do clássico jogo de Mega Drive de estratégia em turnos. Infelizmente, apenas o segundo jogo da série foi lançado oficialmente fora do Japão.
Tails Adventure – jogo estrelado pela raposinha da série Sonic e que vale a pena por possuir uma jogabilidade bastante diferenciada, que mistura puzzles com plataforma e possui alguns elementos de um RPG de ação.
Lunar Walking School – mais um capítulo da famosa franquia de RPG que, infelizmente, só foi lançado no Japão.
Mega Man – único jogo da franquia do robozinho azul a ter sido lançado no GG, este é um dos cartuchos mais raros e procurados do portátil. É baseado em elementos dos Mega Man 4 e 5 do NES.
Ninja Gaiden – este versão possui diferenças significativas em relação às versões de Master e NES, pois os personagens são maiores, o game é mais lento e lembra mais, de forma geral, a série Shinobi (faz sentido, já que foi desenvolvido pela Sega).
Eita, nem sabia que o Game Gear era mais possante que o Master System.
Eu tenho alguns jogos p/eles nas coletâneas de Sonic. Só que é muito ruim jogá-los na tela grande, ficando com os pixels estourados e quando vc coloca no modo normal a imagem fica boa, mas a tela muito pequenina e tenho que forçar a vista para enxergar.
Gosto muito do Game Gear e me lembro que eu o vi pela primeira vez na Açao Games 17-A que foi publicada em Dezembro de 1990 em uma matéria sobre portáteis.
A primeira vez que o joguei foi em Dezmbro de 1991 no aparelho de um amigo meu que ele tinha comprado usado com mais 2 jogos, no caso o Chase HQ e o Super Monaco GP.
Me lembro que o aparelho era um tremendo de um comedor de pilha, mas acho que seu processador que era baseado no Master System contribuiu para isso.
Dos jogos de Game Gear meus favoritos sao estes:
- Sonic 1, 2 e Chaos
- Sonic Drift
- Psychic World
- Super Monaco GP
- Chase HQ
- Phantasy Star Adventure
- Phantasy Star Gaiden
- Shinning Force: The Sword of Haja
Já conhecia os Game Gears de outras cores como o Azul e o vermelho da Coca Cola e das Guerreiras Magicas de Rayearth.
Sobre os comerciais me lembro de ter visto eles no Youtube e também percebi a forte agressividade contra o Game Boy só porque ele era monocromático.
Dos acessórios sem dúvida nenhuma o Adaptador AC, o Master Gear Converter eram os mais famosos porque o primeiro economizava nas pilhas enquanto que o segundo reforçava o portátil com os jogos do Master System.
O portátil teve vários altos e baixos, mas até que ele conseguiu ser o segundo portátil mais vendido no mundo e com vários fas até hoje, muitos também fas do Master System.
Citar:
Postado Originalmente por Kobayashi
Eu tenho alguns jogos p/eles nas coletâneas de Sonic. Só que é muito ruim jogá-los na tela grande, ficando com os pixels estourados e quando vc coloca no modo normal a imagem fica boa, mas a tela muito pequenina e tenho que forçar a vista para enxergar.
Já joguei as coletaneas Sonic Mega Collection Plus do PS2 e Sonic Gems Collection do Gamecube e também percebi esse problema de pixels estourados.
Para mim, a Sega deveria ter colocado os Sonic 1, 2 e Chaos para Master System do que as versoes para Game Gear.
Também li no Wikipedia que a Sega vai lançar jogos do Game Gear para o VC com a marca Master System.
Agora só está faltando a Nintendo lançar jogos do Game Boy para o VC e entao veremos os jogos dos 2 portáteis com pixels estourados na tela do Wii.
Nunca tive o Game Gear, mas pude jogar no do meu amigo várias vezes. Foi um portátil muito marcante pra época, excelentes jogos e um ótimo som e jogabilidade. Jogando com o adaptador AC, garantia horas de diversão sem problemas das pilhas acabarem... Uma pena eu ter deixado ele de lado pra gastar com cartuchos do meu Mega Drive... mas valeu a pena ter conhecido e jogado no portátil que fez a Nintendo tremer!! Que época boa aquela!!!
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-------------------------------------------------- Retro-Análise de Streets of Rage 2
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Vc sabia que os games no Brasil tem 80% de Impostos? --> Campanha Jogo Justo! Divulgue!
Eu só o conhecia de propagandas nas revistas tipo ação games e supergame. Só agora fui perceber que o Master System Super Compact parece ter sido baseado nele, pois os dois são praticamente iguais tirando o fato da tela.
Ele tem uns acessórios muito gigantes, fica parecendo um trambolho...alias em 1990 o povo gostava de uns acessórios gigantes mesmo
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Negociei, recomendo e sou recomendado por: Suke?; LukeZero(2x); pulula; theomedeiros, warlock2k, BySchneider, andregarcia_1 e arcanjo_pb
Belíssimo tópico! Foi realmente um grande portátil, inclusive com versões de jogos que humilhavam o Master System, como por exemplo Streets of Rage 2, que depois foi porcamente convertido para o console de mesa, a versão do GG tinha quase as mesmas fases do MD, permita-me acrescentar umas fotos de dois jogos que recomendo fortemente que joguem.
Trilha sonora produzida pelo grande mestre Yuzo Koshiro e gráficos que procuram se assemelhar ao Mega Drive, sem dúvida nenhuma esses dois títulos de Shinobi são imperdíveis
A maioria dos jogos que eu conheço do Game Gear são versões de jogos do Master System, por isso gostei de você ter incluído no tópico alguns jogos exclusivos do portátil da SEGA.
Na época eu cheguei a pensar em aposentar o meu Master System e comprar um Game Gear mais o adaptador para jogos do Master, mas desisti porque gastava muita pilha e por causa dos jogos com a Pistola Light Phaser que eu gostava de jogar.
Olá pessoal, agradeço a todos que postaram no tópico!
Citar:
Postado Originalmente por Megaman Zero
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Pô cara, como fui me esquecer deste jogo? De fato, os dois Shinobis do GG são muito bons, curti particularmente o 2º. Valeu pela adição!
Citar:
Postado Originalmente por Grandpa
Muito interessante o tópico !
A maioria dos jogos que eu conheço do Game Gear são versões de jogos do Master System, por isso gostei de você ter incluído no tópico alguns jogos exclusivos do portátil da SEGA.
Na época eu cheguei a pensar em aposentar o meu Master System e comprar um Game Gear mais o adaptador para jogos do Master, mas desisti porque gastava muita pilha e por causa dos jogos com a Pistola Light Phaser que eu gostava de jogar.
Pois é Grandpa, fiz questão de postar alguns títulos originais de GG, justamente porque muitas pessoas só conhecem as conversões dos jogos de master, mas este portátil tem alguns exclusivos muito interessantes.
Além dos comerciais excessivamente agressivos da Sega contra o Game Boy pelo fato dele ser monocromático, também encontrei dois casos de propaganda enganosa ; no caso um comercial que saiu em Portugal em que mostram cenas de jogos de Mega Drive ao invés dos jogos do próprio Game Gear e um comercial dos jogos Castle of Illusion em que foram mostradas cenas da versao para Mega Drive e Wonder Boy cuja versao para Game Gear foi renomeada para Revenge of Drancon que passou nos EUA.
Comercial Português
Comercial do Castle of Illusion e Wonder Boy ( Revenge of Drancon )
E aqui vão mais 3 comerciais do Game Gear: Um Japonês, um Francês e um Australiano.
oloco, os jogadores nintendo são retratados como porcos que comem de boca aberta retardardos, e os da sega, magrelos ricos
pior foi a parte: *porrada na cabeça com um espeto-esquilo* ohh, color...
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Meu pc não é como o de vcs!
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Postado Originalmente por warlock2k
Queda de preço do PS3: "agora vai!","a concorrência que se cuide","é a volta por cima da Sony".
Do Wii:"quem se importa com vendas?", "nem quero, não presta mesmo","mimimi".
Excelente tópico!
Joguei o GG poucas vezes como portátil, só joguei suas pérolas (Shining Force Gaiden, Tails, Sonic e cia) através de emulação.
Na época ele era muito caro, e muito dificil de se achar cartuchos (pelo menos aonde eu moro)
Tinha um carinha na escola a muuuito tempo atrás que tinha o GG com aquela antena pra assistir TV, era mó revolução pra época hehe, e ele tinha um jogo de Fórmula 1 que não lembro o nome.
As pilhas iam embora rapidinho, se fosse hoje em dia com pilhas recarregaveis e tal a história seria outra...
GG é muito show. Tive o primeiro em 93, na época era muito foda, e mesmo hoje em dia da pra se divertir com ele. O primeiro eu acabei vendendo, mas hoje tenho outro e de certa forma é raro, modelo translúcido.
Excelente tópico.
Eu ganhei um Game Gear de natal há muito tempo atrás e ainda tive a sorte de vir o jogo Shinobi 2 - The Silent Fury, que é um dos melhores jogos de ninja de todos. Sofri na época com esse problema das pilhas não durarem nada, pois o adaptador DV não vem junto, mas comprei logo depois.
Aqui no Brasil, o Game Gear não fez tanto sucesso, mas lá fora ele durou bastante. Lembro-me que quando viajei para os EUA, pude comprar jogos lá que não eram vendidos aqui, como o Sonic Drift 2 (comparável a Mario Kart e melhor do que Sonic R do Saturn) e Sonic Triple Trouble.
Jogando atualmente:
- Team Fortress 2
- Lineage II
- Montezuma's Revenge
- Pokemon Mystery Dungeon: Red Rescue Team
- The Punisher (zerado )
- Juuouki (zerado )
- Mega Man: The Power Battle (zerado )